Foto: Roque de Sá / Agência Senado
Alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro, a caderneta de saúde do adolescente passou por dois anos de discussões com especialistas, pais e adolescentes e testes-piloto em cinco cidades antes de ser distribuída para o país.
Nos anos seguintes à sua implementação, a medida levou também a um aumento no número de adolescentes cadastrados para acompanhamento nas unidades de saúde -o grupo é conhecido pela resistência em procurar esses serviços.
A informação é da ex-coordenadora de saúde do adolescente do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare, que atuou na área entre 2004 e 2015 e foi responsável pela implementação do projeto.