Com o aumento das chuvas em diversas regiões do Nordeste, cresce também a preocupação com os efeitos da umidade nas edificações. A ausência de impermeabilização adequada tem favorecido problemas como infiltrações, mofo e até danos estruturais mais graves.
Segundo o gerente técnico da Vedacit, Anderson Mendes, a água da chuva pode encontrar caminhos por lajes, paredes, telhados e fundações, comprometendo o conforto e a segurança dos imóveis. “Esses pontos úmidos favorecem o surgimento de manchas, odores desagradáveis e a proliferação de fungos, que afetam a saúde respiratória dos moradores”, explica.
Em situações mais críticas, a exposição constante à água pode causar trincas, desplacamento de revestimentos e até risco de colapso em partes da construção. “O período chuvoso exige atenção redobrada. Investir em soluções de impermeabilização aumenta a durabilidade, segurança e valorização dos imóveis”, afirma Mendes.
O especialista lembra ainda que, apesar de muitas vezes negligenciada, a impermeabilização é fundamental. “É um investimento que protege não só a estrutura, mas também a saúde das pessoas. Problemas respiratórios causados por mofo e umidade são comuns nesses casos”, alerta.
Além disso, Mendes aponta que a correção emergencial de danos pode custar até cinco vezes mais do que uma prevenção adequada. “Impermeabilizar é cuidar do patrimônio e da qualidade de vida”, conclui.
Áreas que merecem atenção especial:
- Coberturas e lajes: devem receber mantas asfálticas ou produtos impermeabilizantes específicos. Rachaduras devem ser monitoradas e a manutenção, feita com regularidade.
- Calhas e ralos: exigem limpeza frequente para evitar entupimentos e acúmulo de água.
- Paredes externas e fachadas: uso de tintas e seladores impermeabilizantes ajuda a prevenir manchas e infiltrações.
- Banheiros e áreas molhadas: precisam de sistemas de impermeabilização eficientes durante a construção ou reformas, principalmente em pisos e rodapés.





