As cinzas de Preta Gil, que faleceu em julho deste ano devido a complicações do câncer no intestino, ganharam uma forma especial de eternização: foram transformadas em diamantes para alguns amigos próximos.
O desejo da cantora foi concretizado quatro meses após seu falecimento. Em entrevista ao Fantástico, Gominho, amigo da artista, contou que Preta adorou a ideia de se tornar um diamante. “Quando ela viu a oportunidade de que poderia virar diamante, ela achou magnífico”, afirmou.
As cinzas passaram por um processo em um laboratório em São Paulo e tiveram a finalização realizada na Índia. Ao todo, foram produzidas 12 peças destinadas a amigos, entre eles Duh Marinho, Gominho, Carolina Dieckmann e Jude Paulla.
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Uma parte das cinzas também foi enviada a um laboratório em Curitiba, no Paraná, responsável por criar colares de diamantes para a família. Entre os destinatários estão Sol de Maria, única neta da cantora, e Sandra Gadêlha, mãe de Preta Gil.
Gominho relembrou ainda a personalidade da artista: “Ela era um diamante bruto. Nunca foi lapidada. Quando ela queria, ela se lapidava. Foi o que mais aprendi com ela: não deixar se lapidar. É igual diamante. Não quebra. A Preta é isso… Ninguém destrói, ninguém quebra. E ela era essa pessoa.”
A transformação das cinzas em diamantes simboliza não apenas a realização de um desejo pessoal de Preta Gil, mas também uma forma única de manter viva a memória e o legado da cantora junto a familiares e amigos.


