A disputa pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 será marcada pelo amplo domínio das seleções europeias. Após a eliminação do Brasil nas oitavas de final, apenas Argentina e Marrocos permanecem na competição como representantes de continentes fora da Europa.
As outras seis vagas nas quartas de final ficaram com seleções europeias: França, Espanha, Bélgica, Inglaterra, Noruega e Suíça. O cenário reforça a força do futebol do continente e deixa o Mundial próximo de repetir o panorama da edição de 2022, quando apenas Brasil, Argentina e Marrocos figuravam entre os não europeus ainda vivos na disputa.
Desta vez, no entanto, a Seleção Brasileira foi eliminada pela Noruega após derrota por 2 a 1 nas oitavas de final, encerrando sua participação e reduzindo ainda mais a presença de equipes de outros continentes na fase decisiva.
Além do Brasil, também se despediram da competição Paraguai, Canadá, Estados Unidos, México, Egito e Colômbia.
Apesar da predominância europeia, ainda existe a possibilidade de uma final sem representantes do continente. Para isso, Marrocos precisará superar a França nas quartas de final e, posteriormente, eliminar o vencedor do confronto entre Espanha e Bélgica.
Na outra chave, a Argentina terá de vencer a Suíça e depois superar quem avançar do duelo entre Inglaterra e Noruega para garantir presença na decisão.
Marrocos inicia sua caminhada rumo às semifinais nesta sexta-feira, diante da França, em Boston. Já a Argentina entra em campo no sábado, quando enfrenta a Suíça, em Kansas City.
Atual campeã mundial, a Argentina busca o quarto título de sua história, após as conquistas de 1978, 1986 e 2022. A equipe comandada por Lionel Scaloni também tenta alcançar um feito histórico: conquistar duas Copas do Mundo consecutivas, algo que nenhuma seleção consegue desde o Brasil bicampeão em 1958 e 1962.
Já Marrocos sonha em escrever um capítulo inédito para o futebol africano. Depois de alcançar a quarta colocação na Copa do Mundo de 2022, a melhor campanha de uma seleção da África na história do torneio, os marroquinos agora lutam para conquistar um título inédito. Caso levantem a taça, serão a primeira seleção africana campeã mundial.





