Filho de Hebe Camargo esclarece abandono de mansão no Morumbi e denuncia invasões

Marcello Camargo afirma que imóvel pertencia ao empresário Lélio Ravagnani, segundo marido da apresentadora, e diz que família deixou a residência em 2000.

Reprodução

A antiga mansão onde Hebe Camargo viveu durante anos, no Morumbi, bairro nobre de São Paulo, voltou a repercutir nas redes sociais devido ao estado de abandono da propriedade. Vídeos que circulam na internet mostram áreas externas tomadas pelo mato, estruturas comprometidas e cômodos internos em ruínas.

A repercussão levou Marcello Camargo, único filho da apresentadora, a se manifestar publicamente. Ele contestou as publicações que associam a situação do imóvel à família e denunciou a entrada de criadores de conteúdo no terreno sem autorização.

“Pela milionésima vez eu venho aqui dizer que não era da minha mãe, não era da Hebe Camargo, era sim do Lélio, marido dela, que faleceu no ano 2000. Nós saímos de lá no ano 2000 e nunca mais voltamos nessa casa, tá?”, declarou Marcello nas redes sociais.

Filho de Hebe critica invasões à propriedade

Segundo Marcello, a mansão pertencia ao empresário Lélio Ravagnani, segundo marido de Hebe, que morreu em 2000. O filho da apresentadora também afirmou que não tem vínculo jurídico com o imóvel e, por isso, não pode acionar a Justiça contra quem entra no local sem autorização.

“As pessoas invadem a casa! Invadem, isso é invasão de propriedade. A maior prova que não é minha é que eu não posso processar, porque não é minha, porque se fosse minha eu processava! Invasão de propriedade. As pessoas invadem a propriedade, ficam filmando lá dentro, sabe, pra ganhar seguidores”, afirmou.

Mansão passou por disputa judicial

Com quase mil metros quadrados de área construída, a residência foi um dos pontos de encontro de personalidades da televisão brasileira nas décadas de 1980 e 1990.

Após a morte de Lélio Ravagnani, o imóvel ficou sob a responsabilidade dos herdeiros do empresário e passou a integrar um longo processo judicial.

Em 2024, a mansão foi levada a leilão com avaliação milionária, mas as duas primeiras tentativas não tiveram lances considerados viáveis. O impasse terminou em maio de 2025, quando a propriedade foi arrematada em uma nova rodada judicial.

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