O goleiro Bruno Fernandes voltou a ganhar destaque após sua rápida passagem pelo Capixaba, clube do Espírito Santo. O atleta foi desligado da equipe em meio a uma crise interna, marcada por denúncias de problemas estruturais e atrasos salariais.
Em vídeos divulgados nas redes sociais, Bruno afirmou que tentou dialogar com a diretoria e que sua saída aconteceu depois de cobrar melhorias para os jogadores, como pagamento em dia e condições adequadas de trabalho. Segundo ele, a cobrança teria sido feita de forma pacífica, mas acabou resultando no encerramento do vínculo.
As declarações repercutiram e provocaram resposta do presidente do Capixaba, Daniel Costa, que negou irregularidades. Em entrevista a um canal esportivo local, o dirigente afirmou que não há salários em atraso, explicando que os pagamentos seguem um cronograma previamente informado aos atletas.
Sobre a estrutura oferecida, o presidente reconheceu dificuldades financeiras, mas disse que o clube disponibilizou alojamento provisório e alimentação, e que os jogadores estavam cientes das condições antes da assinatura dos contratos.
Em relação à saída de Bruno, a diretoria afirmou que não se tratou de demissão, mas de uma decisão administrativa motivada por corte de gastos e desistência de investidores, além da dificuldade do atleta em conciliar compromissos fora do clube.



