Quase 2 milhões de benefícios destinados a idosos e pessoas carentes com deficiência podem ser revisados pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido). A intenção do governo é economizar algo em torno de R$ 10 bilhões por ano.
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a iniciativa está sendo preparada em conjunto pelos Ministérios da Cidadania e da Economia. O objetivo, segundo membros do governo ouvidos pelo jornal, é endurecer a regulamentação ligada à avaliação dos critérios do BPC (Benefício de Prestação Continuada).
O auxílio, equivalente a um salário mínimo (R$ 1.045), é pago a idosos acima de 65 anos e portadores de deficiência que devem estar dentro de um limite de renda familiar per capita de até um quarto de salário mínimo (ou seja, R$ 261,25).
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O endurecimento também será estendido para a concessão de benefícios a deficientes que forem consideradas por esses novos critérios como aptas ao mercado de trabalho.
Pelo menos 50 mil benefícios desse público devem ser suspensos por mês.
O governo pretende com a redução de benefícios a idosos e deficientes eliminar despesas para abrir espaço orçamentário no teto de gastos a fim de formatar o programa Renda Brasil. (BNews)





