As tensões no Oriente Médio se intensificaram nesta sexta-feira (13), após o lançamento de mísseis iranianos contra cidades de Israel, incluindo Tel Aviv e Jerusalém.
A ofensiva foi confirmada pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) e pela agência estatal iraniana Irna, que classificou o ataque como uma retaliação direta ao bombardeio realizado por Israel contra o Irã na noite anterior.
Segundo a Irna, centenas de mísseis balísticos foram disparados contra o território israelense. A agência publicou uma mensagem com uma única palavra: “Começou”. Moradores relataram fortes explosões em Tel Aviv e nas imediações da capital Jerusalém. Sirenes de alerta foram acionadas nas principais cidades israelenses, e as autoridades orientaram a população a buscar abrigo imediato.
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Em meio à escalada do conflito, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, manifestou-se por meio do Kremlin, condenando os ataques realizados por Israel contra o Irã. Segundo comunicado oficial, Putin considera as ações israelenses como uma violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.
O presidente russo conversou por telefone com o presidente eleito do Irã, Masud Pezeshkian, e com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Na ocasião, expressou sua disposição para atuar como mediador a fim de conter uma escalada ainda maior da violência na região.
A comunidade internacional acompanha com preocupação os desdobramentos do conflito, que pode afetar não apenas a estabilidade regional, mas também a segurança global.





