O Museu do Louvre, em Paris, reabriu nesta quarta-feira (22) a Galeria de Apolo, nove meses após o roubo de joias da Coroa Francesa avaliado em aproximadamente R$ 517 milhões.
O crime expôs falhas no sistema de segurança do museu mais visitado do mundo. Apesar da reabertura, as principais joias que ficavam expostas no local ainda não retornaram ao espaço.
Segundo o diretor do Louvre, Christophe Leribault, peças como o diamante Regent serão transferidas para uma nova área de alta segurança, criada especialmente para proteger a coleção.
A Galeria de Apolo, construída durante o reinado de Luís XIV, continuará aberta ao público com destaque para sua arquitetura e decoração, que inspiraram a famosa Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes.
O roubo aconteceu em outubro de 2025. Segundo as investigações, os criminosos usaram um elevador de mudanças para acessar uma janela do segundo andar, quebraram vitrines e levaram oito peças em menos de sete minutos.
Até agora, apenas uma joia foi recuperada: a coroa da imperatriz Eugênia, encontrada danificada e em processo de restauração. Quatro suspeitos foram presos e as investigações continuam.





