Os planos de saúde coletivos registraram reajuste anual médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026. Apesar de ser a menor alta dos últimos cinco anos, o percentual ainda representa mais que o dobro da inflação oficial do período.
Os dados foram divulgados na sexta-feira (8) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, responsável pela regulação do setor.
O levantamento considera os reajustes aplicados pelas operadoras em contratos coletivos, modalidade que inclui planos empresariais, de empresários individuais e de associações de classe.
- Prefeito de Vera Cruz chama ponte de "esperança", cobra investimentos e nega sinalização política
- Ao lançar as obras da Ponte Salvador-Itaparica, Lula diz que a ilha "ainda não foi dominada pelo crime organizado" e que é possível "dormir com a janela aberta"
- Lula lamenta ausência no 2 de Julho na BA e diz que irá ao RN inaugurar obra "sagrada" da Transposição do São Francisco
Segundo a agência, a última vez em que os planos coletivos tiveram aumento médio inferior ao registrado neste início de 2026 foi em 2021, quando o reajuste ficou em 6,43%.
Os contratos coletivos representam a maior parte dos planos de saúde ativos no país e, diferentemente dos planos individuais, não possuem reajuste anual definido diretamente pela ANS.





