Os planos de saúde coletivos registraram reajuste anual médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026. Apesar de ser a menor alta dos últimos cinco anos, o percentual ainda representa mais que o dobro da inflação oficial do período.
Os dados foram divulgados na sexta-feira (8) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, responsável pela regulação do setor.
O levantamento considera os reajustes aplicados pelas operadoras em contratos coletivos, modalidade que inclui planos empresariais, de empresários individuais e de associações de classe.
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Segundo a agência, a última vez em que os planos coletivos tiveram aumento médio inferior ao registrado neste início de 2026 foi em 2021, quando o reajuste ficou em 6,43%.
Os contratos coletivos representam a maior parte dos planos de saúde ativos no país e, diferentemente dos planos individuais, não possuem reajuste anual definido diretamente pela ANS.





