Últimas Notícias sobre POLÍCIA

Foto: Divulgação / PF

Cinco pessoas morreram e outras três ficaram feridas em quatro acidentes registrados entre a noite de sexta-feira, 30 e a manhã de sábado, 31, em rodovias e vias urbanas da Bahia. As ocorrências aconteceram nas cidades de Luís Eduardo Magalhães, Angical (ambas no oeste baiano) e em Porto Seguro, no extremo sul do estado.

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foto: Reprodução

Menos de dois meses após a reinauguração oficial, o aeródromo de Ipiaú, no sul da Bahia, registrou um incidente na manhã deste sábado (31). Durante uma operação de transporte de paciente, uma aeronave de pequeno porte atolou após parte do asfalto da pista ceder. Ninguém ficou ferido.

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Foto: Getty Images

Um monitor de turismo foi preso na sexta-feira (30) no Centro Histórico de Salvador, acusado de extorquir um casal de turistas do Paraná. Segundo a Polícia Militar, o homem cobrou R$ 920 por um passeio que havia sido acertado por R$ 230, uma diferença de quatro vezes o valor combinado.

Foto: Reprodução

Um acidente causado por animais soltos na pista foi registrado na noite desta sexta-feira (30), por volta das 22h, na BA-001, logo após o entroncamento de Salinas, sentido Barreiras de Jacuruna. De acordo com informações, quatro cavalos estavam soltos na rodovia quando dois veículos colidiram com os animais em momentos distintos.

Na tarde desta sexta-feira (30), um corpo em avançado estado de decomposição foi localizado em um terreno baldio nos fundos do cemitério municipal de São Miguel das Matas, no Vale do Jiquiriçá.

Um idoso foi atropelado no fim da tarde desta sexta-feira (30) enquanto trafegava de bicicleta pela BA-001, nas proximidades da localidade de Conceição, no município de Vera Cruz.

Foto: Reprodução/ redes sociais

O cantor MC Poze do Rodo foi transferido para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, conhecida como Bangu 3, após declarar à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Rio de Janeiro que possui ligação com o Comando Vermelho (CV). A informação foi registrada no momento da admissão do artista no sistema prisional, na última quinta-feira (29), quando ele preencheu o formulário de identificação e assinalou a sigla da facção.

Foto: Reprodução/ redes sociais

Um homem em situação de rua ateou fogo ao próprio corpo na estação São Bento, da linha 1-Azul do metrô de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (30). O incidente causou pânico entre os passageiros que estavam no local.

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta sexta-feira (30), a primeira fase da Operação Concórdia, voltada à retirada do convívio social de indivíduos com mandados de prisão em aberto por crimes como homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Custo de produção era de cerca de R$ 5 por garrafa, mas os produtos eram revendidos por até R$ 200 | Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de São Paulo prendeu na manhã desta quinta-feira (29) o empresário Alerrandro Adriano de Andrade Araújo, acusado de ser o líder de uma quadrilha especializada na fabricação e distribuição de bebidas alcoólicas falsificadas. A prisão foi realizada no município de Monte Alto, interior do estado, após meses de investigações conduzidas pelo 42º Distrito Policial (DP).

Segundo os investigadores, o grupo criminoso vendia bebidas adulteradas como se fossem originais para adegas e distribuidoras em São Paulo e Minas Gerais, gerando prejuízos milionários à indústria legal e colocando em risco a saúde de milhares de consumidores.

Esquema começou a ser desvendado em janeiro
As investigações tiveram início em janeiro, quando a polícia prendeu Anderson Alex da Silva na zona leste da capital paulista. Em seu imóvel, foram apreendidas cerca de 5 mil garrafas de uísque, vodka e gim falsificados, já prontos para distribuição.

De acordo com a Polícia Civil, as bebidas eram produzidas com líquidos de baixa qualidade e misturas químicas destinadas a simular o sabor e aroma de marcas conhecidas. O custo de produção girava em torno de R$ 5 por garrafa, enquanto a revenda chegava a R$ 200, configurando lucro abusivo baseado em fraude.

Perigo à saúde pública
A operação também revelou sérios riscos sanitários. As bebidas adulteradas eram engarrafadas em ambientes insalubres, sem qualquer controle de qualidade, e continham elementos químicos não identificados, que podem causar sérios danos à saúde dos consumidores.

“O impacto econômico é relevante, mas o maior perigo está no que essas substâncias desconhecidas podem causar ao organismo. É uma ameaça direta à saúde pública”, destacou um dos delegados envolvidos na operação.

Investigações continuam
A Polícia Civil continua com as diligências para identificar outros integrantes da quadrilha e localizar possíveis pontos de produção e distribuição nos estados de São Paulo e Minas Gerais. A expectativa é que novos mandados de prisão e busca sejam expedidos nos próximos dias.

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