As primeiras tropas norte-americanas para reforçar a posição de seus aliados da Otan no leste europeu, em meio a uma escalada militar da Rússia na fronteira com a Ucrânia, chegaram neste sábado à base militar de Rzeszow, no sudeste da Polônia.
Um pequeno avião carregando o que uma fonte militar polonesa disse ser agentes da cadeia de comando dos EUA aterrissou no aeroporto Rzeszow-Jasionka, com as preparações continuando na base, próxima à fronteira da Polônia com a Ucrânia.
Imagens de TV mostraram acomodações temporárias sendo preparadas na cidade de Jasionka, enquanto trabalhadores foram vistos montando uma cerca em torno do local.
- Caíque Barbosa celebra espírito republicano durante desfile de 7 de Setembro em Santo Antônio de Jesus
- Polícia Civil participa do desfile de 7 de Setembro em Santo Antônio de Jesus; Maria Sande ressalta importância da data
- Candidato a deputado estadual, Paulo Câmara defende “independência do povo brasileiro” durante desfile de 7 de Setembro em Santo Antônio de Jesus
“Como anunciado, os primeiros membros da brigada do grupo de batalha da 82ª Divisão Aerotransportada do Exército dos Estados Unidos chegaram à Polônia”, disse o porta-voz militar polonês.
O Exército dos EUA confirmou que o general da 82ª Divisão Aerotransportada, major-general Christopher Donahue, chegou à Polônia. Na quarta-feira, o presidente dos EUA, Joe Biden, ordenou o envio de quase três mil soldados à Polônia e à Romênia para protegê-los de potencial repercussão da crise da Ucrânia.
Cerca de 1.700 militares sairão da Carolina do Norte, para a Polônia nos próximos dias, disseram fontes do Exército dos EUA. Segundo o Pentágono, um esquadrão de cerca de mil militares com base na cidade alemã de Vilseck será enviado à Romênia.
As primeiras tropas adicionais dos EUA do 18º Corpo Aerotransportado chegaram à Alemanha na sexta-feira.
“A presença das nossas tropas vai reforçar as forças dos EUA na Europa e demonstrar nosso compromisso com aliados e parceiros da Otan”, afirmou o porta-voz do 18º Corpo Aerotransportado, capitão Matt Visser, em comunicado neste sábado.
A Rússia negou que esteja planejando invadir a Ucrânia, mas colocou mais de 100 mil soldados perto das fronteiras com a Ucrânia e diz que pode tomar medidas militares não especificadas se suas exigências não forem atingidas, incluindo uma promessa da Otan de nunca admitir a entrada de Kiev.
O último deslocamento dos EUA vai além dos 8.500 soldados que o Pentágono colocou em alerta no mês passado para se dirigir à Europa, se necessário. Os ministros da Defesa da Otan devem discutir mais reforços na próxima reunião em 16-17 de fevereiro.
Informações: Terra





