Últimas Notícias sobre SAÚDE

Foto: Parentingupstream / Pixabay

Crescem no país a demanda e os serviços voltados ao tratamento de doentes fora dos hospitais, mas, ao mesmo tempo, não há regulamentação do setor por parte das agências reguladoras de saúde (Anvisa e ANS). O assunto foi discutido na quarta (22) em São Paulo na Hospitalar, maior feira de saúde da América Latina. Entre as propostas de entidades de saúde está a elaboração de um documento com critérios que norteiem uma nova legislação sobre o tema. O processo de desospitalização é uma tendência mundial e leva em conta o fato de que muitos pacientes internados podem ser cuidados fora dos hospitais, como em casa, em instituições de transição ou de longa permanência.Uma pessoa que tenha sofrido múltiplas fraturas ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral),

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: Ilustrativa

Muitos ligam o ABUSIVO à violência física, mas vai muito além disso. Estar em um relacionamento abusivo não quer dizer necessariamente ser agredido fisicamente. Em muitos casos a violência toma outras formas de manifestações, como a violência psicológica, sexual e financeira. Elas se manifestam de forma muito mais sutil que a agressão física, por isso mesmo são mais difíceis de serem percebidas, podendo acontecer em qualquer tipo de relação (seja no âmbito amoroso, familiar, profissional ou ciclo de amigos). Algumas particularidades de viver dentro de um relacionamento abusivo são, por exemplo, sentir-se submisso(a), ameaçado(a),

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Foto: Gerd Altmann / Pixabay

As superbactérias estão virando uma dor de cabeça no ambiente hospitalar na Bahia. No ano de 2018 oito pessoas por dia, em média, foram afetadas por algum tipo de superbactéria no estado, de acordo com o portal Correio. Em comparativo com o ano de 2013, o número de casos de contaminação cresceu três vezes mais. Os dados são da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). A pasta, que é responsável pelo monitoramento dos casos de contaminação, obriga desde 2010 a notificação dos hospitais a cada caso de paciente atingido pelos micro-organismos específicos. Na Bahia, o comportamento de 13 tipos destas superbactérias estão sendo acompanhados.

Foto: Getty Images

Quantas pessoas ao seu lado, em casa e no restaurante comem digitando no celular ou checando a timeline? Não entre nessa vibe. Manter o foco na comida faz quem com você se sinta satisfeita com porções menores, confirma um estudo canadense publicado no Journal of Marketing Research. Os pesquisadores ressaltam que os aspectos emocionais também influenciam na quantidade de bocados. “Por isso é importante que, na hora de se alimentar, a gente esqueça os problemas e o momento seja apenas de prazer”,

Foto: Achei Sudoeste

Com canetinhas nas mãos, André Caldas, de 10 anos, fez seu mundo de ilustrações ir muito além dos cômodos de sua casa. Diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), ele inspirou o projeto ‘Caiu do Céu’ e vem ajudando a colorir a vida de outros meninos portadores da mesma doença. Natural de Santos, no litoral de São Paulo, André, aos dois anos, recebeu o diagnóstico da DMD, uma doença sem cura e degenerativa, que enfraquece os músculos e afeta, principalmente, os meninos. Buscando um tratamento mais avançado, após alguns anos do diagnóstico, a família foi morar na França. Para custear os gastos no país, a forma encontrada foi vender canecas estampadas com desenhos feitos pelo próprio André.

As Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), fundada pela futura santa brasileira em maio de 1959, completam 60 anos de existência neste domingo (26). Iniciada numa pequena a área onde funcionava um galinheiro, a instituição se transformou em um “império do bem” que hoje atende milhares de pessoas de baixa renda, com serviços em áreas como saúde e educação e ainda contribui para preservação e difusão da memória do “Anjo Bom do Brasil”, lembrada pelas obras de caridade e de assistência prestadas aos mais pobres e necessitados.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Síndrome de Prader-Willi é uma doença rara de caráter genético. De acordo com a pediatra e endocrinologista Ruth Franco, do Hospital das Clínicas de São Paulo (HCFMUSP), a doença ocorre pela falta do cromossomo 15 do pai, fazendo com que a criança possua alterações endócrinas e psiquiátricas, não apresentando saciedade e gerando quadros graves de obesidade infantil. Neste domingo (26), a Associação Brasileira da Síndrome de Prader-Willi realizará a Caminhada Contra a Obesidade na SPW na Avenida Paulista, a partir das 9h, em frente ao Masp, para promover a conscientização e alertar sobre a doença.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Segundo pesquisadores, a técnica poderá ser usada também para checar se os produtos enviados ao exterior estão em conformidade com a legislação estrangeira no que se refere a agrotóxicos. O orientador da tese, professor do Instituto de Química da UFG, Boniek Gontijo, explica que a técnica permite, também, evitar “as discrepâncias entre a quantidade sugerida nos rótulos de agrotóxicos e a quantidade suficiente para que o agroquímico exerça sua função. Em geral, eles sugerem uma quantidade maior do que a necessária, com o objetivo de aumentar seus lucros”, justificou o professor.

Foto: Unsplash / Divulgação

O uso de produtos de beleza na infância divide opiniões de mães e especialistas. Afinal, os cosméticos fazem mal à saúde e ao desenvolvimento das crianças? Como lidar com a vaidade das meninas em uma fase tão delicada da vida? Qual é o limite ao descobrir se a sua filha está exagerando ao brincar com maquiagem? As dúvidas são muitas e cada vez mais frequentes. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil é um dos principais mercados mundiais do ramo. Não por acaso, empresas lançam uma infinidade de produtos de beleza direcionados a meninas. Em março, por exemplo, a Barbie criou, em parceria com a View Cosméticos, uma linha com glosses e batons para a pele infantil.

Foto: Witthaya Prasongsin/Getty Images

Para você render no trabalho, uma coisa é indispensável: que o ambiente esteja minimamente confortável. Grande parte disso, é claro, tem a ver com temperatura. Muitas vezes, o controle do ar-condicionado vira briga na firma. Mas isso só acontece porque, segundo cientistas da Universidade do Sul da Califórnia e da Universidade Técnica de Berlim, mulheres e homens são mais produtivos em temperaturas diferentes. Opostas, na verdade.Escrevendo no periódico PLOS One, os cientistas chamam essa diferença de “batalha do termostato”. Eles afirmam que, em temperaturas mais frias, os homens pontuaram mais do que as mulheres em testes verbais e de matemática.

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