Um servidor do Senado que vendia “maconha gourmet” se entregou a polícia na noite de ontem (3), em Brasília. Ele traficava os entorpecentes com um auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) que está preso desde o último dia 19. Os traficantes não tiveram os nomes divulgados.
A droga era cultivada na casa de um dos acusados, sendo chamada de “gourmet” por ser cultivada de maneira artesanal e com substâncias que incrementavam e potencializavam o produto, que custava cerca de R$ 20 mil o quilo. Ambos responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, com pena de 5 a 15 anos de reclusão. (Metro 1)
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