Sobre GEPLAN, secretário de administração de S. A. de Jesus explica: “não é um grupo deliberativo, apenas de assessoramento”

Ex-gerente da ACESAJ e atual secretário de administração, Wenderson Brito / Foto: Voz da Bahia

Após a instituição do Grupo Executivo de Planejamento – GEPLAN pela prefeitura municipal (clique e veja), e as críticas do Vereador Délcio Mascarenhas que afirmou que o prefeito Genival Deolino feriu a lei orgânica do município de Santo Antônio de Jesus ao criar o grupo (veja aqui); o secretário de administração da cidade, Wenderson Brito, explica o Decreto do gestor.

Em entrevista a Andaiá FM, Wenderson afirmou que o grupo não é deliberativo, e não determinará nada pelo prefeito, apenas prestara serviço de assessoria, “inicialmente gostaria de parabenizar o prefeito Genival Deolino pela iniciativa de transparência e ampliação de discussões no município. Gostaria de agradecer aos membros do GEPLAN por ter aceitado o convite, pois, eles aceitaram de forma gratuita como versa o artigo 2.º do GEPLAN. Eles não têm remuneração alguma, apenas prestando serviço a prefeitura. Gostaria de esclarecer um ponto, os grupos executivos foram criados por Juscelino Kubitschek (ex-presidente do Brasil) que é completamente diferente a um conselho. Esses grupos eram deliberativos, diferente deste de agora que é consultivo e de assessoramento. Este grupo não determina nem aprova nada. Muitas vezes, vemos informações que acaba confundindo a população indicando que é um grupo que comanda a prefeitura e delibera”, expôs.

Após ser perguntado sobre as críticas da população, que dizem que o grupo é formado pela elite de empresários, e nenhuma classe representativa da população, Wenderson afirmou que é toda critica é valida, “isso é normal, qualquer divergência de opinião é valida, serve para amadurecimento. Como eu já tinha dito, o grupo difere de conselho. O grupo executivo são pessoas que foram convidadas e já prestam serviço para o município, como economistas, empresários, a própria entidade empresarial que independente de gestor já participa do planejamento municipal a muitos anos”, disse.

“Esse decreto não foi feito de qualquer maneira, passou pela avaliação do jurídico, da PGM (Procuradoria Geral dos Municípios), de todos os setores. Estamos com este grupo para ajudar o município e não quer dizer que às demais representatividades não serão escutadas”, concluiu.

Redação: Voz da Bahia