Em Moscou, o empresário Eduardo Fauzi, acusado de participar do ataque ao Porta dos Fundos, solicitou à Justiça do Rio a revogação do seu pedido de prisão temporária, segundo o colunista Guilherme Amado, da Época.
A defesa de Fauzi reconheceu o crime de explosão, mas negou tentativa de homicídio. “Não é possível afirmar a intenção homicida narrada pela autoridade policial. Isto porque os objetos lançados pelos agentes – até então não identificados – tiveram alvo certo, qual seja – o estúdio de gravações, demonstrando a nítida intenção de causar dano patrimonial e não humano”, dizem os advogados Jonas Oliveira e Diego Rossi.
Ainda de acordo com a defesa, Fauzi “não pode ser comparado com um bandido de alta periculosidade ou criminoso que há muito já milita no mundo dos delitos” e o pedido de prisão foi um “radicalismo furioso e punitivo e promoção da ideologia opressiva”, “ameaça como poucas vezes se viu às garantidas fundamentais da pessoa e do processo no Estado Democrático de Direito”. (bahia.ba)
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