Últimas Notícias sobre Abin Paralela

Foto: Alan Santos / PR

A Polícia Federal (PF) não incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na lista de indiciados no inquérito que investiga a existência de uma estrutura clandestina de espionagem dentro da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), conhecida como “Abin paralela”. Apesar de ser apontado nas investigações como responsável criminal pelo suposto esquema, Bolsonaro permanece como investigado, sem indiciamento formal.

Foto: Vyacheslav Volodin

A Polícia Federal concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro, foram os principais destinatários das informações sigilosas e ilegais produzidas por uma estrutura paralela da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), durante a gestão do ex-diretor Alexandre Ramagem.

Foto: Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A Polícia Federal intimou o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Luiz Fernando Corrêa, para prestar depoimento no inquérito que apura a existência de um esquema de espionagem ilegal supostamente operado pela agência durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Reprodução

As implicações criminais contra Jair Bolsonaro (PL) nas investigações sobre a venda de joias que havia recebido enquanto presidente e no caso da “Abin paralela” dividem especialistas ouvidos pela Folha de S.Paulo.

Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) relatou preocupação em ser gravado, durante áudio “possivelmente gravado” pelo ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem (PL).

Foto: Agência Câmara

Novos detalhes emergiram sobre a extensão do monitoramento ilegal realizado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), revelando que o ex-deputado federal Jean Wyllys e seus familiares foram alvos de vigilância através do software First Mile. As revelações são fruto de uma investigação da PF (Polícia Federal) que expôs a existência de uma “Abin paralela” dedicada a espionagens clandestinas.

Foto: Divulgação

A Rede Liberdade, um grupo de advogados especializados em direitos humanos, enviou um pedido de reunião extraordinária ao Ministério da Justiça para discutir a suposta atuação ilegal da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante o governo de Jair Bolsonaro. Recentemente, uma nova operação da Polícia Federal revelou detalhes de ações clandestinas da Abin contra ministros do STF, parlamentares e jornalistas.

Foto: Lula Marques | Agência Brasil

Caso foi revelado nesta quinta-feira, 11, após a retirada de sigilo do documento determinado pelo STF

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se pronunciou sobre o caso da “Abin paralela”. Em vídeo publicado na rede social X, antigo Twitter, o parlamentar disse que o “grupo especial de Lula na Polícia Federal ataca novamente” e que ele foi vítima de criminosos que tiveram acesso a dados sigilosos.

Close
parceiro fixo