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O presidente da França, Emmanuel Macron, tem se posicionado, principalmente com sua reação às queimadas na Amazônia, como um líder sensível à causa ambiental.
Governadores defendem que Brasil aceite oferta de recursos internacionais para Amazônia
Governadores de estados que compõem a Amazônia Legal aproveitaram a reunião com o presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (27) para defender a ajuda oferecida por outros países para combater os incêndios na Amazônia e preservar a floresta.
Mara Maravilha criticou Anitta no “Fofocalizando” de ontem (26), por causa das declarações da funkeira sobre a Amazônia. Para a apresentadora, falta consistência ao engajamento da cantora.
O Palácio do Planalto confirmou na noite desta segunda-feira que o governo Jair Bolsonaro vai rejeitar a oferta de US$ 20 milhões dos países do G7 para ajudar no combate às queimadas na Amazônia. A informação sobre a recusa é da Secretaria de Comunicação Social (Secom).
O presidente da França, Emmanuel Macron, levantou a possibilidade de definir um “status internacional” para a Amazônia, caso os líderes da região tomem decisões prejudiciais ao planeta.
A procuradora-geral da República (PGR), Raquel Dodge, defendeu, nesta segunda-feira (26), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), que R$ 1,2 bilhão do valor pago pela Petrobras em um acordo com autoridades dos Estados Unidos no âmbito da Lava Jato seja destinado para o combate ao fogo na Amazônia.
Foi aprovada no sábado (24), pelo Ministério da Economia, a liberação de R$ 38,5 milhões para o combate de queimadas na região da Amazônia. O descontingenciamento, de acordo com a pasta, atende a um pedido feito na sexta-feira (23) pelo Ministério da Defesa e será imediato.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi ao Twitter classificar os incêndios na Amazônia como uma “crise internacional”, e se disponibilizou para ajudar a combater os incêndios na região.
O governador Rui Costa (PT) utilizou o Facebook nesta sexta-feira (23) para se manifestar em defesa da Amazônia, após as queimadas que afetaram a floresta nesta semana. Ele pediu “soluções urgentes” para os prejuízos. “Oferecemos nosso apoio e oração. Não podemos tratar a Amazônia como questão político partidária” escreveu.
Pelo menos quatro governos estrangeiros e a União Europeia (UE) ofereceram ajuda para combater os incêndios na Amazônia brasileira. Até o momento, o governo de Jair Bolsonaro não respondeu às propostas de cooperação e tampouco divulgou as suas próprias ações para apagar as queimadas que atingem a maior floresta tropical do mundo.
