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As ações europeias subiram hoje (16), com a redução do número diário de mortes por coronavírus na Espanha e na Itália reforçando sinais de que a pandemia está se estabilizando.
O mercado financeiro voltou a ficar tenso nesta sexta-feira, 3, em meio à cautela generalizada em relação ao impacto da pandemia do coronavírus na economia. O dólar comercial superou a marca de 5,31 reais, e a bolsa de valores brasileira voltou a ser negociada abaixo dos 70 mil pontos, após os casos da Covid-19 no mundo superarem 1 milhão e os dados de emprego nos Estados Unidos piorarem.
Após o feriado de Carnaval, a Bolsa brasileira caiu hoje (26) 7,13%, a 105.575 pontos, menor patamar desde novembro.
Um um dia de recuperação no mercado, o dólar norte-americano caiu, e a Bolsa de Valores subiu, depois de várias sessões marcadas pela tensão.
Por volta das 11h desta sexta-feira (13), uma senhora foi furtada dentro de um estabelecimento comercial, na Rua Gorgônio José de Araújo, no Centro de Santo Antônio de Jesus. As imagens de segurança flagraram toda a ação, onde duas mulheres distraíram a vítima, e retiraram a quantia de R$ 1.300 de sua bolsa.
O segundo pregão consecutivo, a Bolsa brasileira atingiu uma nova máxima histórica nominal. O Ibovespa, maior índice acionário do país, subiu 1,3%, a 107.381 pontos, patamar inédito, nesta terça-feira (22).
O governador Rui Costa e o secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, lançam, nesta segunda-feira (2/9), às 15h, o projeto Mais Estudo, no auditório da Secretaria da Educação do Estado (SEC), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
A Bolsa de Valores rompeu a barreira dos 100 mil pontos, e o dólar fechou no menor valor em dois meses. O índice Ibovespa, da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia com alta de 0,9%, aos 100.303 pontos. Este é o maior nível da história. No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu 0,25% e foi vendido a R$ 3,85. Em queda pelo segundo dia seguido, a divisa chegou ao no menor valor desde 10 de abril (R$ 3,824), segundo o Agência Brasil. O Banco Central dos Estados Unidos – manteve os juros da maior economia do planeta entre 2,25% e 2,5% ao ano. A instituição, no entanto, indicou que pode cortar a taxa ainda este ano.
A máxima histórica do dólar para um fechamento é de 4,1957 reais, batida em 13 de setembro de 2018. Desde então, a moeda entrou em rota de baixa, até uma mínima de 3,6588 reais em 31 de janeiro deste ano. “Fechando acima de 4 reais, o dólar finalmente quebra a tendência de baixa iniciada em setembro de 2018”, diz a Real Vision Research em comentário a clientes. O dólar à vista subiu 0,51% nesta quarta-feira, a 3,9962 reais na venda. É o maior patamar para um encerramento desde 1º de outubro de 2018 (4,0183 reais). Na máxima durante o pregão, a moeda foi a 4,0225 reais, com ganho de 1,17%. Na B3, o dólar futuro tinha valorização de 0,62%.



