Últimas Notícias sobre greve dos professores

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou multa diária de R$ 30 mil ao coordenador-geral da APLB Sindicato, Rui Oliveira, por descumprir decisões judiciais que ordenavam o fim da greve dos professores da rede municipal de Salvador. A paralisação, considerada ilegal pela Justiça, já dura mais de 70 dias.

Em meio à greve dos professores da rede municipal de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, um vídeo de protesto bem-humorado viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (8). Em assembleia realizada no Centro Administrativo de Lauro de Freitas (CALF), docentes usaram uma paródia da música “Do Pau Miúdo Não”, hit do pagodeiro Tinny Flow, para criticar a prefeita Débora Régis (União Brasil) pela não implementação do piso nacional do magistério.

Foto: Reprodução

A greve dos professores da rede municipal de Salvador entrou nesta terça-feira (27) em seu 21º dia. Em meio ao impasse, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) anunciou que os salários dos profissionais em greve não sofrerão descontos neste mês de maio, mas alertou que os cortes começarão a ser aplicados a partir de junho, caso a paralisação continue.

Foto: Lucas Moura/Secom PMS

A Prefeitura de Salvador informou que irá descontar os dias não trabalhados dos professores da rede municipal que permanecerem em greve, conforme autorização prevista em decisão judicial do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A liminar, concedida pelo juiz substituto de 2º grau Adriano Augusto Gomes Borges, determinou o retorno imediato às atividades, sob pena de multa diária de R$ 15 mil à APLB-Sindicato.

Foto: Divulgação/Aplbsindicato

A greve dos professores da rede municipal de Salvador será mantida. A decisão foi tomada em assembleia da APLB-Sindicato nesta segunda-feira (12), após a rejeição da proposta de reajuste salarial de 6,27% oferecida pela Prefeitura. A categoria exige o cumprimento integral do Piso Salarial Nacional do Magistério e afirma que as perdas salariais acumuladas somam 58%.

Foto: Divulgação

Caso aconteceu em Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. Categoria protesta contra o que chama de “mudanças arbitrárias” da tabela de cargos e salários. Prefeitura diz que não há reajuste, mas um “ajuste para adequação ao piso nacional”.

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