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Uso prolongado de melatonina pode elevar risco de insuficiência cardíaca e morte, indica estudo
O uso contínuo de melatonina hormônio amplamente conhecido por regular o sono e também comercializado como suplemento foi associado a um maior risco de insuficiência cardíaca e até morte prematura. Um estudo preliminar da American Heart Association, que avaliou o histórico de mais de 130 mil adultos com insônia ao longo de cinco anos, apontou que aqueles que utilizaram melatonina por 12 meses ou mais apresentaram risco de falência cardíaca quase 90% maior em comparação com não usuários.
O magnésio é um dos minerais mais importantes para o equilíbrio do corpo humano. Ele atua diretamente no relaxamento muscular, no funcionamento do sistema nervoso e na regulação dos ciclos do sono. Quando está em falta, sintomas como cansaço persistente, irritabilidade, insônia e dificuldade de concentração podem surgir, afetando diretamente o bem-estar.
Um estudo inédito feito por pesquisadores do Instituto do Sono revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para problemas de sono e sintomas de depressão em uma amostra do Estudo Epidemiológico do Sono de São Paulo, com pessoas entre 20 e 80 anos.?
Após adiar o lançamento do seu último trabalho gravado com a cantora Marília Mendonça que faleceu durante acidente aéreo em novembro do ano passado, nesta terça-feira (23), a cantora Ludmilla lançou “Insônia”, música inédita em parceria com a sertaneja.
A cantora Ludmilla usou as redes sociais para avisar sobre o adiamento do lançamento da música intitulada ‘Insônia’, parceria com a sertaneja Marília que faleceu em acidente aéreo em novembro do ano passado.
Uma pesquisa inédita do Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), a pedido da Pfizer Brasil, apontou que os brasileiros têm recorrentemente sofrido sintomas negativos diante da pandemia da Covid-19. Tristeza (42%), insônia (38%), irritação (38%), angústia e/ou medo (36%), além de crises de choro (21%) foram os cinco mais citados pelos entrevistados.
Aos 48 anos, a doméstica Vanda Cavalcante começou a suspeitar que a irritabilidade e o calor excessivo poderiam ser a chegada da menopausa. “Eram fogachos de três a quatro vezes por dia, e isso não me incomodava tanto. Foram uns seis meses assim, mas depois começou a vir constante. E eu, que nunca tive problema … continue
