Últimas Notícias sobre pensões

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu habeas corpus ao ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, assegurando que ele possa permanecer em silêncio durante seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes em descontos indevidos de aposentadorias e pensões.

Dois levantamentos de opinião divulgados nesta segunda-feira (16) apontam que a maior parte da população responsabiliza tanto o governo atual, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quanto a gestão anterior, de Jair Bolsonaro (PL), pelas irregularidades bilionárias no INSS. No entanto, a percepção predominante entre os entrevistados é de que a crise se agravou sob a administração atual.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, entregou seu pedido de exoneração nesta quarta-feira (22), após a deflagração de uma operação conjunta da Polícia Federal (PF) com a Controladoria-Geral da União (CGU). A ação investiga suspeitas de irregularidades em descontos de mensalidades associativas diretamente nos benefícios pagos pelo INSS, como aposentadorias e pensões.

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado encaminhou à Presidência da República, na última quarta-feira, 5, um projeto que prevê a extinção de pensões de filhos de militares.

A reforma também altera os critérios de aposentadoria de servidores públicos. Imagem: Reprodução/ Agência brasil

O governo estima que o déficit da Previdência subirá para R$ 244,2 bilhões no próximo ano, mesmo considerando que regras mais duras para aposentadorias e pensões serão aprovadas pelo Congresso até dezembro.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro criticou, neste domingo (4), em postagem no Facebook, as pensões pagas a anistiados políticos. “Até hoje, a União gastou R$ 9,9 bilhões com indenizações e pensões pagas a anistiados ‘políticos’. Dinheiro suado, do povo ordeiro e trabalhador, pago a 39.370 pessoas ditas perseguidas e autointituladas defensoras da democracia”, escreveu Bolsonaro.

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