Últimas Notícias sobre Síndrome de Down

Kallil Assis recebe o título de bacharel em geografia, em Jataí — Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Kallil Assis Tavares, de 30 anos, é o primeiro estudante com síndrome de Down a se formar na Universidade Federal de Jataí (UFJ), no sudoeste goiano. Ele cursou geografia e diz que não se arrepende da escolha.

Foto: reprodução/ redes sociais

A vacinação contra a covid-19 inclui, a partir de hoje (22), portadores da síndrome de down e segue para os idosos com 60 anos ou mais em Salvador.

Foto: Divulgação

A pedido da Defensoria Pública da Bahia (DP-BA), a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) imunizará contra Covid-19 pessoas com síndrome de down no grupo prioritário de pessoas com comorbidades.

Foto: Pixabay

Sede da 6ª Regional da Defensoria da Bahia obteve decisão favorável no Judiciário para Miguel* e Enderson*, de 11 anos e 6 anos, respectivamente.

Foto: Rafaela Felliciano / Metrópoles

Pessoas com síndrome de Down, principalmente aquelas com mais de 40 anos, fazem parte de um dos grupos que corre mais perigo ao contrair a Covid-19, de acordo com dois estudos. Segundo um levantamento feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, pessoas nesta condição têm cinco vezes mais chance de ser hospitalizada em decorrência da infecção e 10 vezes mais de morrer por conta dela.

Foto: Andreas Kuehn/Getty Images

Porque os melanócitos – células que ficam nos folículos capilares e produzem melanina – se desgastam e deixam de fabricar o pigmento com o passar do tempo. A cada novo ciclo capilar, que dura entre 4 e 5 anos, a melanina tem que ser impregnada na haste do cabelo para poder haver a pigmentação normal, deixando o telhado castanho, ruivo, louro, preto.

Caso aconteceu na segunda-feira (1/), no município de Serra do Malhado — Foto: Arquivo Pessoal

Uma estudante de 29 anos, que tem síndrome de Down, ficou trancada sozinha, por quase 6 horas, em uma escola estadual de Serra do Ramalho, no oeste da Bahia, após a direção cancelar o dia de aula e fechar a escola, sem perceber que a aluna estava dentro de uma das salas de aula.

Atleta de judô, torcedor do Bahia, e especial, não só por ser portador da Síndrome de Down, mas porque Mateus Gonçalves Santana, 9 anos, encanta e ensina a todos na Base Comunitária de Segurança (BCS/Calabar) com o seu carisma. O aluno, que é faixa azul ponteira amarela, possui cinco medalhas, faz parte dos treinamentos da arte marcial há quase cinco anos e vem desenvolvendo habilidades para lidar com a deficiência e melhorando a cada dia seu desempenho na sua rotina. “Ele precisa de atividade física e eu acabei conhecendo um dos policiais que trabalha aqui.

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