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Os recuos em vestuário e supermercados puxaram o resultado negativo do setor no mês (Foto: Tânia Rêgo/AG. Brasil)

As vendas do varejo na Bahia voltaram a cair, em março (-7,2%), em relação ao mês anterior, na série livre de influências sazonais. O estado havia apresentado índice positivo em fevereiro (0,4%), mas teve, em 2021, o pior resultado para um mês de março, nesse comparativo, desde o início da série histórica, em 2000. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE. Com esse desempenho, o volume de vendas na Bahia voltou a se distanciar do patamar pré-pandemia, ficando 7,9% abaixo do verificado em fevereiro de 2020.

Vendas nos super e hipermercados recuaram 6,5% em janeiro (Foto: Eduardo Peret/Agência IBGE Notícias)

As vendas do varejo na Bahia, em janeiro, seguiram em queda (-2,2%) em relação ao mês anterior, na série livre de influências sazonais. Foi o terceiro recuo seguido nessa comparação, embora num ritmo de retração um pouco menor que nos meses anteriores (-3,1% de outubro para novembro e -4,1% de novembro para dezembro). Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE. Com esse resultado, o volume de vendas na Bahia voltou a ficar abaixo do patamar registrado em fevereiro de 2020, no pré-pandemia, acumulando queda de 1,8% entre março de 2020 e janeiro de 2021. O setor havia fechado o ano de 2020 mostrando pequena recuperação frente às perdas causadas pela Covid-19, com um acumulado de 0,4% entre março e dezembro.

Foto: Geraldo Falcão/Agência Petrobras

Em breve deve ser anunciada a venda de quatro refinarias da Petrobras: uma no Rio Grande do Sul, outra no Paraná, uma terceira no Amazonas e, finalmente, uma no Ceará. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Foto: Divulgação

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 0,6% na passagem de agosto para setembro deste ano. Essa é a quinta alta consecutiva do setor, que vem apresentando avanços desde maio.

Foto: divulgação Fecomércio-BA

O cancelamento de festas de São João, acarretado pelas restrições do combate à pandemia do novo coronavírus, vai causar impacto de 23% nas vendas do varejo, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-BA). Os segmentos mais afetados, conforme a entidade, são supermercados e vestuário (roupas, calçados, acessórios, entre outros).

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com o avanço do coronavírus no Brasil e na Bahia, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA) revisou a expectativa de vendas para o período da Páscoa. Antes, a projeção era de crescimento de 4,9% em relação ao mesmo período de 2019, porém passou para -5,6% no novo cenário.

Valter Campanato/Agência Brasil

A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) informou nesta quinta-feira (26) que as vendas de Natal aumentaram 9,5%, na comparação com o ano passado. Cerca de 400 empresas de varejo de todo o Brasil entraram na avaliação, que abrangeu o período de 1º a 20 de dezembro.

Foto : Valter Campanato/Agência Brasil

O comércio varejista do estado da Bahia deve faturar R$ 7,3 bilhões em dezembro, mês do Natal, o que representa um crescimento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2018, segundo estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA). A projeção é que o Natal de 2019 seja o melhor para o segmento desde 2015.

Black Friday: consumidores também optaram por métodos de entregas diferentes para economizar no frete (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Os brasileiros estão dispostos a gastar nesta Black Friday. A Linx, empresa de software de pagamentos para o varejo, observou um crescimento de vendas acumulado 25% maior do que o do evento do ano passado — e olha que a sexta-feira ainda nem acabou. “O que vem crescendo não é o ticket médio, que está bem semelhante ao do ano passado, é o volume de compras”, explica Jean Klaumann, vice-presidente digital da companhia.

Fernando Frazão/Agência Brasil

As vendas no varejo para o Dia das Crianças, na semana de 5 a 11 de outubro, tiveram alta de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O aumento das vendas no período foi superior ao obtido pelo comércio nas datas comemorativs do Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Mães. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (16), são do Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian.

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