Testemunha acredita que assassinato de William foi premeditado: “O Iuri só visou a vítima”

Foto: Alberto Maraux
Prisão do influenciador Iuri Sheik, acusado de homicídio contra o empresário William Oliveira / Foto: Alberto Maraux

Após a prisão do influenciador Iuri Sheik, acusado de homicídio contra o empresário William Oliveira no último domingo (23), em uma festa de “paredão” no Centro de Santo Antônio de Jesus (clique e veja), o repórter Joselito Fróes, da rádio Recôncavo FM, entrevistou uma pessoa que preferiu não se identificar e que afirmou categoricamente ser uma testemunha ocular do caso, onde relatou detalhes do crime naquele dia.

CONTA A TESTEMUNHA:

“O William estava em um posto de combustível brincando e em um momento o Iuri se aproximou e tentou cumprimenta-lo, mas o William falou: ‘eu não gosto de você, vaza [sic]’. Depois disto, o Iuri deu as costas e riu ironicamente e diante da situação que já era de confusão, as pessoas ao redor começaram a falar ‘vamos embora’. Todos foram em direção a prefeitura e Iuri adiantou o passo até seu carro que estava próximo. Continuamos andando e ninguém desconfiou de nada, tendo em vista que o acusado era conhecido na mídia. Iuri já estava dentro do carro com as portas fechadas e sua esposa estava de pé com os braços cruzados. Ele aguardou a vítima passar pela porta do motorista, saiu pela porta de passageiro e falou tocando em suas costas: ‘ninguém é obrigado a gostar de ninguém”. Depois disso ele atirou uma vez, o William ficou meio tonto, Iuri deu as costas e voltou, deflagrando o segundo tiro. A vítima caiu no chão e Iuri deu um chute, entrou no carro com sua esposa, deu a ré e pegou a contramão evadindo com seu veículo”, garante a testemunha que reafirmou ter visto sobre o ocorrido.

“PREMEDITADO”:

Quando perguntado sobre a possibilidade do acusado atirar em outras pessoas na festa, a testemunha afirmou: “eu acredito em uma predeterminação no crime, creio eu tudo isso já foi premeditado. Estávamos em um grupo de 20 pessoas, brincando e curtindo como todo mundo no festejo junino. O Iuri só visou a vítima”, concluiu.

Reportagem: Recôncavo FM – Joselito Fróes / Redação: Voz da Bahia