Tite explica convocação de Neymar mesmo sem jogar: ‘Não vou prescindir’

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Segundo o treinador e o restante da comissão técnica, Neymar está apto a disputar as partidas Imagem: Reprodução

Tite mais uma vez mostrou que não pode ficar sem Neymar na seleção brasileira. Cortado às vésperas da Copa América após sofrer lesão de tornozelo, alvo de acusação de estupro no mesmo período e atualmente em litígio com o seu clube, o Paris Saint-Germain, o jogador voltou a ser convocado para a seleção, que no próximo mês fará amistosos contra Colômbia e Peru, nos Estados Unidos. Segundo o treinador e o restante da comissão técnica, Neymar está apto a disputar as partidas.

“Conversei com ele, e tem três aspectos que dá para externar de forma pública”, explicou Tite, logo após anunciar a lista de convocados. “Primeiro, qual era o momento dele e como ele estava. Ele disse ‘estou feliz, estou bem, já venho trabalhando normalmente há um tempo’. (Perguntei) E emocionalmente, como é que você está em cima de toda essa situação, porque ela interfere em todo o atleta. ‘Estou tranquilo, estou no aguardo do PSG em relação a definição da situação'”, contou o técnico.

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“O terceiro aspecto que coloquei foi em relação, e é também a ideia dele, de jogar antes, se há um tempo hábil, e ele está disponível. O atleta do nível, da qualidade do Neymar, a seleção brasileira e eu enquanto técnico não vou prescindir disso”, insistiu Tite.

Tanto ele quanto o preparador físico da seleção, Fabio Mahseredjian, asseguraram que o atacante do PSG está em boas condições físicas, apesar do longo período sem atuar. “Ele está desde o dia 15 de julho treinando no Paris Saint-Germain, fazendo as avaliações, e no dia 17 já estava em campo. Ele não participa dos treinamentos táticos, mas participa dos treinamentos técnicos com o grupo”, destacou o preparador.

Por fim, Tite declarou que não deu nenhuma opinião a Neymar no que diz respeito ao seu futuro, seja na equipe francesa ou em outro clube. “Quando é seleção eu me permito, na medida que o atleta vem, (falar) no aspecto tático, humano, desde que haja essa abertura”, disse o treinador da seleção. “Mas eu não me sinto à vontade de interferir, de sugerir.”

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