Vídeo: Augusto Cury diz que não apoiará Lula nem Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno

Candidato do Avante afirma que pretende disputar a segunda etapa da eleição e critica o que chama de “indústria do ódio” na política

O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, afirmou que não apoiará Lula (PT) nem Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Augusto Cury não apoiará Lula nem Flávio Bolsonaro, segundo declaração dada pelo candidato à imprensa antes do debate presidencial promovido pelo Flow Podcast. “Vou deixar muito claro, nós vamos para o segundo turno e eu não vou apoiar nem Lula da Silva, zero. E nem vou apoiar o Flávio Bolsonaro”, afirmou Cury.

Cury critica polarização política

Além disso, Augusto Cury criticou o que chamou de “indústria do ódio” no Brasil. Segundo o candidato, a polarização política provoca divisão entre os brasileiros. Cury afirmou que deseja combater esse ambiente de confronto e defendeu uma mudança na forma de fazer política no país. “Essa indústria do ódio destruiu a nação brasileira. É eu quero deixar muito claro, a minha proposta é parar de governar os dois”, declarou. O candidato também afirmou que pretende apresentar uma alternativa aos eleitores que não se identificam com os principais grupos políticos que disputam a Presidência.

Candidato mira o segundo turno

Durante a declaração, Cury reforçou a intenção de chegar ao segundo turno da eleição presidencial. “Vou deixar muito claro, nós vamos para o segundo turno”, afirmou o candidato. No entanto, Cury disse que não pretende apoiar nenhum dos dois nomes caso a disputa termine entre Lula e Flávio Bolsonaro. A declaração ocorre em meio à movimentação dos partidos e pré-candidatos para as eleições de 2026. Por isso, o posicionamento de Cury pode ganhar relevância durante a campanha.

Cury busca espaço fora da polarização

Segundo o candidato, sua estratégia pretende se afastar da disputa entre os grupos políticos que apoiam Lula e o bolsonarismo.
Dessa forma, Cury tenta apresentar sua candidatura como uma alternativa ao cenário de polarização nacional.
Por fim, o candidato afirmou que pretende manter sua campanha até o segundo turno e não declarou apoio a nenhum dos dois possíveis adversários citados.

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