Centenas de cigarros eletrônicos foram apreendidos em dez estabelecimentos do comércio formal da capital baiana nesta terça-feira (13). A apreensão dos materiais foi fruto da “Operação a todo vapor” que envolveu a Polícia Civil, a Vigilância Sanitária (Visa) e a Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz).
De acordo com a legislação vigente, a venda e importação dos dispositivos é proibida em todo país. Para que o produto seja comercializado em território nacional é necessária uma regulamentação prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com a diretora de Vigilância à Saúde da capital baiana, Andréa Salvador, o uso desse produto pode causar danos à saúde, uma vez que os cigarros eletrônicos vendidos não sofrem nenhum tipo de controle em relação às substâncias que são inaladas. “Isso representa um enorme risco para saúde, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta”, explicou.
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Os responsáveis pelos estabelecimentos comerciais prestarão depoimento na Delegacia de Crimes Econômicos e Contra Administração Pública (Dececap) e poderão responder judicialmente pela venda de produtos proibidos. Após a perícia feita pela Polícia Civil, os materiais apreendidos serão incinerados. (Metro1)





