O advogado Nilton Serson, preso pela Lava Jato na Operação Carbonara Chimica, admitiu à Polícia Federal ter recebido R$ 78 milhões da Braskem. As informações são do Estadão.
Os investigadores apontam Serson como laranja de Maurício Ferro, ex-diretor jurídico da Braskem e cunhado de Marcelo Odebrecht, preso na mesma operação. O advogado declarou que “fazia o que Maurício pedia”.
Serson ainda acrescentou que “acredita que tenha figurado como procurador” na abertura de uma conta de Ferro no Banco Kramer, na Suíça. (Metro1)
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