Com a indenfinição em relação ao preço do Diesel, uma reivindicação dos caminhoneiros que chegaram a ensaiar uma nova greve caso o preço não caísse, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, ameaçou deixar o cargo caso o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), interfira na empresa.
De acordo com o Blog do Lauro Jardim, do jornal O Globo, Castello Branco avisou sobre a intenção em uma reunião do conselho de administração da estatal, ocorrida há duas semanas.
O desejo pela não interferência do governo nos preços da estatal vem dos resultados da política de segurar os preços do combustível no governo Dilma Rousseff, que estimam um resultado em perdas de R$ 71 bilhões à empresa.
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Nesta sexta-feira, 5, Bolsonaro afirmou em uma live que iria cobrar uma justificativa da estatal pela política de preços da empresa e que não iria aceitar explicações sobre o valor do combustível no país em comparação com outros mercados. (A Tarde)


