O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) abriu uma nova frente para tentar enquadrar o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) no caso das rachadinhas. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, dessa vez o órgão avança em uma ação no campo cível, em que pede o ressarcimento dos valores que teriam sido desviados aos cofres públicos.
A nova frente, no entanto, sofreu um revés: o pedido de quebra de sigilo fiscal e bancário foi negado pela juíza Neusa Regina Leite, da 14ª Vara de Fazenda Pública. O MP-RJ, porém, já recorreu da decisão e aguarda nova análise do pedido que foi iniciado ainda em setembro. Os termos estão sob sigilo.
Segundo a publicação, para tentar avançar no caso a Promotoria mira o ressarcimento de valores aos cofres públicos e para isso solicitou a quebra de sigilos de 39 pessoas e empresas, em sua maioria já investigadas no âmbito criminal. Entre elas estão a mulher do senador, a dentista Fernanda Bolsonaro e a empresa Bolsotini, loja de chocolate da qual ele era sócio. Alexandre Santini, seu ex-sócio na loja, também é um dos alvos, além de outros assessores e pessoas ligadas ao filho do presidente. (Bahia.BA)
- Vereador Morão retorna à Câmara de Santo Antônio de Jesus, mas evita falar com a imprensa: "Não é o momento"
- Clínica do Rim é homenageada pela Câmara de Santo Antônio de Jesus e destaca ampliação diante do aumento da demanda
- Ex-funcionários do IPSE cobram pagamento de rescisões durante sessão da Câmara de Santo Antônio de Jesus





