Em prisão preventiva e usando tornozeleira eletrônica, o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, tem recebido solidariedade de diversos militares em todo o país.
Para que Cid possa pagar despesas com advogados, os militares fizeram uma vaquinha com o objetivo de arrecadar R$ 300 mil. A iniciativa tem circulado por diversos grupos de WhatsApp.
Em delação premiada, Cid acusou Bolsonaro de planejar um golpe militar com a ajuda dos comandantes militares, além de afirmar que o ex-presidente ordenou as fraudes nos certificados de vacina.
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(Bahia.ba)


