Nesta terça-feira, 10, a ‘Operação Agno’ prendeu três pessoas acusadas de matar Agnelo Vilela Oliveira, conhecido como Agno, em 3 de julho de 2023, em Santo Estêvão. Eles foram denunciados pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) por homicídio qualificado.
Além disso, três pessoas, incluindo dois policiais civis, foram acusadas de extorsão mediante sequestro da mesma vítima em 6 de maio do ano passado. Os policiais foram afastados de suas funções pela Justiça, e o caso está em sigilo.
O MPBA descobriu que os sete acusados pertencem a uma organização criminosa que tenta dominar o mercado de água e gás de cozinha (GLP) na região, eliminando a concorrência. Agno foi morto com um tiro na cabeça enquanto trabalhava no comércio da família. No caso de extorsão, a vítima foi sequestrada por policiais e mantida na delegacia até pagar R$ 2 mil.
- Líder do governo diz que primeira parcela das rescisões de ex-funcionários do IPSE deve ser paga em 11 de agosto
- Homem é condenado a mais de 24 anos por matar a bisavó de 78 anos em Euclides da Cunha
- Jovens empreendedoras de Santo Antônio de Jesus transformam paixão por doces em negócio aos 14 e 15 anos
Durante a operação, que ocorreu em Salvador, Simões Filho e Salinas das Margaridas, também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, Santo Estêvão e Salinas. Foram encontrados celulares, documentos, armas e munição. As ordens foram emitidas pela Vara Criminal da Comarca de Santo Estêvão.






