Caso Marielle: processo contra supostos mandantes segue parado no STF

Prisão dos acusados completa um ano, enquanto assassinato da vereadora chega ao sétimo aniversário

Foto: Renan Olaz/CMRJ

A quase um ano da prisão dos supostos mandantes do assassinato de Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, o processo segue sem avanços no Supremo Tribunal Federal (STF). As partes envolvidas aguardam um desfecho ainda em 2025.

O caso envolve o delegado Rivaldo Barbosa, apontado pela Polícia Federal como o “mentor intelectual” do crime, e os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, acusados de serem os mandantes. Além deles, Robson Calixto, o “Peixão”, ex-assessor de Domingos Brazão, e o Major Ronald também são réus.

O processo está em fase de diligências, e pedidos feitos pela defesa dos acusados ao ministro Alexandre de Moraes, em outubro, ainda aguardam resposta. Entre as solicitações estão a inclusão do inquérito da Abin paralela no caso e um exame de sanidade mental de Ronnie Lessa.

Lessa e o ex-PM Élcio de Queiroz foram condenados pelo assassinato em novembro de 2024 pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Já o ex-bombeiro Maxswell Simões, o “Suel”, que teria monitorado Marielle e ajudado na ocultação de provas, será julgado ainda no primeiro semestre de 2025.

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