Em manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) classificou como “lawfare” o relatório da Polícia Federal que levou ao indiciamento dele e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O termo é usado para se referir a perseguição por meio de instrumentos legais.
Os advogados alegaram que até 17 de julho não havia restrição que impedisse Bolsonaro de utilizar o WhatsApp ou de se comunicar com seu filho. Por isso, minimizaram a relevância dos diálogos destacados pela PF no relatório.
A defesa apresentou o posicionamento dentro do prazo de 48 horas determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. O documento da Polícia Federal apontou possível descumprimento de medidas cautelares por parte do ex-presidente, além de mencionar um pedido de asilo político na Argentina encontrado entre seus papéis.


