O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, foi detido, nesta quinta-feira (11), pela polícia na embaixada do Equador, em Londres. Ele estava refugiado no país desde 2012, para tentar evitar a extradição para a Suécia, devido a um acusação de abuso sexual.
De acordo com a BBC, o presidente equatoriano, Lenin Moreno, anunciou que suspendeu o asilo que concedia a ele após repetidas violações de convenções internacionais.
No entanto, o Wikileaks postou no Twitter que o Equador agiu ilegalmente ao terminar o asilo político de Assange. Ontem, a organização divulgou ter descoberto uma extensa operação de espionagem contra seu fundador na embaixada equatoriana.
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“O WikiLeaks descobriu uma operação de espionagem ampla contra Julian Assange dentro da embaixada equatoriana”, disse Kristinn Hrafnsson, editor-chefe do WikiLeaks, à Agência Reuters.
Assange inicialmente enfrentará processos judiciais no Reino Unido e poderá ser extraditado para os Estados Unidos por conta das revelações do Wikileaks. (Metro1)



