O cantor Marrone, da dupla sertaneja com Bruno, perdeu parte da visão por conta do glaucoma, uma doença que aumenta a pressão ocular rapidamente.
Os oftalmologistas Francisco Eduardo Lima e José Beniz Neto, responsáveis por cuidar do sertanejo, explicaram que a perda da visão periférica não deve impedir o cantor de continuar fazendo shows e tendo uma vida normal.
“Felizmente, ele ainda nos procurou numa hora adequada, porque a visão central não foi perdida. Houve uma certa perda de campo visual, mas que é compatível com ele levar uma vida normal, fazendo sua profissão, seus shows, sem problema, desde que não haja progressão desta doença”, explicou Francisco Eduardo ia de emergência nos dois olhos.
- O Arrastão Anarriê encerra a programação diurna, hoje, nas ruas de Santo Antônio de Jesus
- Morre cardiologista que atuava no Hospital Incar em Santo Antônio de Jesus e em Elísio Medrado
- Bahia registra 54 casos de queimaduras no São João; criança de 2 anos ferida em Cruz das Almas é transferida para Salvador
“Está tudo bem e a cirurgia foi ótima. Ele veio fazer exames de rotina e viram que o glaucoma dele estava bem avançado. O médico optou por fazer essa cirurgia, ele já fez, está no quarto e daqui a pouco estamos indo para casa”, afirmou Cida, irmã do cantor.
O Hospital confirmou a operação e explicou que o cantor precisará ficar afastado dos palcos por pelo menos 15 dias, quando deve passar por uma avaliação para analisar o desempenho do processo operatório.
Além de não apresentar sintomas, o glaucoma não tem cura e é uma doença multifatorial. Na maioria dos casos, é um problema hereditário, porém, pode ser classificado também como: glaucoma de ângulo fechado.
Por isso, é importante sempre fazer o “teste do olhinho” e observar os sinais de perda de brilho nos olhos, sensibilidade à luz e choro da criança); também pode ser desenvolvido por doenças inflamatórias e uso de corticoides.
A recomendação é o acompanhamento oftalmológico pelo menos uma vez ao ano, buscando por profissionais confiáveis e especialistas que possam assegurar um diagnóstico correto.
Fonte: Jornal Correios





