Foto: Arquivo Pessoal
Eu sempre tive o sonho de ser diplomata, mas como nasci negro, pobre e no interior da Bahia, era um sonho que não dava para realizar.” A fala é de Jackson Lima, que, hoje, aos 49 anos, após driblar preconceitos, contrariar expectativas e trabalhar muito, se tornou o diplomata que sempre quis ser.