Em pleno 2019, milhões de famílias brasileiras ainda sofrem por conta do racismo. Seja por ver filhos excluídos das brincadeiras, ler comentários maldosos na internet ou mesmo ser acusada de sequestrar a própria filha por ter uma cor de pele diferente da dela.
Muito disso ainda é encarado como brincadeira ou escondido sob o discurso que somos todos iguais. Só que minimizar e varrer para debaixo do tapete não é a melhor maneira de lidar com o preconceito, garantem as especialistas ouvidas nesta reportagem. “Desde bebê, o filho precisa saber que existem pessoas diferentes e como lidar com elas”, resume Livia Marques, psicóloga e autora do livro Dandara e Vovó Cenira (Editora Sinopsys).
Ou seja, por mais dolorido que seja, precisamos falar sobre o assunto com as crianças. “Para os negros, não é uma opção, pois sentimos na pele todos os dias, mas para a família branca, muitas vezes isso não é uma questão”, comenta Deh Bastos, publicitária criadora da rede de comunicação antirracista.
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Em pleno 2019, milhões de famílias brasileiras ainda sofrem por conta do racismo. Seja por ver filhos excluídos das brincadeiras, ler comentários maldosos na internet ou mesmo ser acusada de sequestrar a própria filha por ter uma cor de pele diferente da dela.
Muito disso ainda é encarado como brincadeira ou escondido sob o discurso que somos todos iguais. Só que minimizar e varrer para debaixo do tapete não é a melhor maneira de lidar com o preconceito, garantem as especialistas ouvidas nesta reportagem. “Desde bebê, o filho precisa saber que existem pessoas diferentes e como lidar com elas”, resume Livia Marques, psicóloga e autora do livro Dandara e Vovó Cenira (Editora Sinopsys).
Ou seja, por mais dolorido que seja, precisamos falar sobre o assunto com as crianças. “Para os negros, não é uma opção, pois sentimos na pele todos os dias, mas para a família branca, muitas vezes isso não é uma questão”, comenta Deh Bastos, publicitária criadora da rede de comunicação antirracista. (Bebê.Abril)





