Últimas Notícias sobre COMPORTAMENTO

Foto: Reprodução/Instagram

A foto de uma receita médica ilustrada viralizou na internet após ser postada por um dentista da Bahia, que relatou ter feito o desenho para ajudar uma paciente analfabeta, que mora em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, que estava tomando remédios de forma errada.Ricardo Cayres, de 29 anos, que há dois e meio atua como cirurgião-dentista, diz que a paciente, chamada de Dona Cris, de 60 anos, sofre de hipertensão e procurou o consultório dele por duas vezes para tentar extrair um dente. Nas duas ocasiões, no entanto, o procedimento não pode ser feito porque ela estava com pressão alta, mesmo tomando medicamentos receitados por outro médico.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

© DR

O sexo é um exercício que, além de proporcionar prazer, queima uma quantidade considerável de calorias. Porém, agora é a vez de um aplicativo confirmar com números o gasto energético durante a relação sexual.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Foto: Pixabay

O consumo de pornografia está afetando a vida sexual de homens cada vez mais jovens, que começam a lidar com a impotência sexual cedo. De acordo com estudos, o número de homens que apresentam o problema cresceu de 2 e 3% para 35% desde 2008. Os principais motivos para a disfunção estão ligados a falta de saúde, sobrepeso, uso excessivo de álcool, drogas ou cigarro, além de problemas com a saúde mental, como depressão, ansiedade e estresse. Mas agora, os vídeos pornográficos podem entrar na lista de causas. Médicos recomendam o uso de Viagra para os pacientes, mas o remédio pode não fazer efeito já que muitos deles não conseguem se relacionar com outras pessoas e estão acostumados com os relacionamentos exibidos nos vídeos.

Pai se veste de mulher para agradar a filha no dia das mães / Foto: Instagram

O empresário Daniel Correa fez uma linda homenagem à mulher falecida para comemorar o Dia das Mães. A pedido de sua filha, Luna, Daniel se vestiu como a mãe da criança e a história foi compartilhada em seu perfil no Instagram. Nas imagens, Daniel aparece com uma peruca loira e a barba pintada de rosa, e explicou o que estava acontecendo. “Antes de me julgar, vejam todas as fotos e o vídeo no final”, começou no texto.

Reprodução

“O que está doendo tanto em você para fazer isso?” Foi o que a aposentada Maria, de 40 anos, perguntou para Bárbara (nomes fictícios) quando viu cortes no braços da filha, de 11. “A dor dela era se achar tão inferior que não merecia carinho de ninguém.” Cada vez mais comuns entre crianças e adolescentes, as automutilações trazem à tona feridas emocionais de meninos e meninas e mobilizam escolas em planos de intervenções e ações preventivas.

Foto: Arquivo Pessoal

Uma mulher de 27 anos e o marido descobriram que ela estava grávida apenas 19 dias antes de dar luz ao pequeno Gabriel, que nasceu no dia 23 de abril, em Curitiba. Segundo o casal Lana Maria Wigand e Arthur Felipe Wogram a gravidez foi inesperada, a nova mamãe usava anticoncepcional e não teve nenhum dos sintomas típicos da gestação. Lana procurou um médico no início de abril porque o fluxo menstrual dela estava fraco e durou apenas dois dias. “Eu não ia à ginecologista há um ano, e como já tive cistos na adolescência, fiquei preocupada. Chegando lá, a médica foi apertando minha barriga e, espantada, falou que eu estava muito, mas muito grávida”, contou a mulher.

Foto: 13 Reasons Why (1.ª temporada)

Um estudo revelou que o número de suicídios cometidos por jovens norte-americanos, entre 10 e 17 anos de idade, registrou aumento um mês depois que a série “13 Reasons Why”, na qual uma jovem se suicida, estreou na Netflix, em março de 2017. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) no jornal da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente e informam que desde o início da primeira temporada da trama ocorreu um crescimento da quantidade de jovens que tiraram suas próprias vidas Pesquisadores do Hospital Infantil Nationwide em Columbus, Ohio, analisaram os números sobre suicídio entre janeiro de 2013 e dezembro de 2017. A série, no entanto, começou a ser exibida no dia 31 de março de 2017.

Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

Ter uma amiga da escola grávida aumenta a possibilidade de você ter um filho em breve também. Esse efeito “contagioso” dura dois anos e, depois disso, essa influência diminui bastante. As descobertas são de um estudo que investigou os fatores que nos levam a tomar decisões sobre aumentar a família. De acordo com Nicoletta Balbo, co-autora da pesquisa, há três fatores que podem explicar esse comportamento. Primeiro, ao se comparar aos amigos, uma pessoa pode se ver pressionada a agir como eles. Além disso, os colegas ensinam como ser mãe ou pai, e torna quem está à volta mais seguro para tomar essa decisão. As vantagens de ter filhos ao mesmo tempo que os amigos podem ser o terceiro fator que explica essa tendência, explica a pesquisadora ao site americano EurekAlert.

Foto: Fotos Públicas

Entre 2017 e 2018, a Bahia teve o maior aumento absoluto do país no número de pessoas que afirmavam cuidar de parentes que moravam no mesmo domicílio ou em outra residência . Esse grupo passou de 3,7 milhões para 3,9 milhões pessoas de 14 anos ou mais de idade, de um ano para o outro, o que representou mais 187 mil no estado (+5,0%). O cuidado com pessoas foi o tipo de trabalho não remunerado cuja taxa de realização mais avançou na Bahia, nesse período. Em 2018, 33,0% dos baianos de 14 anos ou mais de idade cuidavam de parentes; um ano antes, essa proporção era de 31,4%.

Foto: Reprodução / G1

Foi divulgado nesta sexta-feira (26) a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) referente a outras formas de trabalho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo apresenta a quantidade de horas que brasileiros dedicam realizando atividades domésticas e cuidado com pessoas, sendo maior entre mulheres do que homens. “Às vezes, a mulher está cozinhando e olhando o filho. Ou o homem está fazendo alguma coisa e estudando com o filho”, explicou a economista Maria Lúcia Vieira, gerente da PNAD à Agência Brasil.

Close
parceiro fixo