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Quando você está apaixonado, tudo é possível. Leia a seguir 20 dicas para manter a chama acesa e fazer o seu relacionamento durar:
Fale com ele – e o escute também!
Um garçom viralizou nas redes sociais após um gesto de bondade ao lado de um garoto. Daniel Berg Queiroz de Araújo viu que um menino toda hora entrava e saía do bar olhando para a televisão, que transmitia um jogo de futebol.
“Palavras erradas costumam machucar para o resto da vida, já o silêncio certo pode ser a resposta de muitas perguntas”
Dia desses fui adicionada a um grupo no WhatsApp e, logo que entrei, uma pessoa com quem não tenho contato há pelo menos 25 anos, fez uma gracinha recordando uma passagem não muito agradável da minha adolescência. Por sorte, ninguém deu corda para o comentário da ex colega – que deve ter parado no tempo – e eu respondi com meu silêncio. O fato trouxe à tona situações vexatórias que passei nessa fase da minha vida, em que a menina tímida, introvertida e insegura que eu era se deixava abalar por comentários maldosos, nada agradáveis, da turminha “popular” do colégio.
Ah, o amor é lindo! E as posições sexuais descritas nesta lista favorecem homens e mulheres a atingirem o clímax, tornando mais prazerosa uma relação. Confira e experimente com seu parceiro ou parceira.
“Uma pessoa branca no poder não vive racismo num país racista”, diz ouvidora-geral da Defensoria Pública sobre Marcelle
A fala da vereadora Marcelle Moraes de que teria sido vítima de racismo durante protesto a favor da memória da líder religiosa Makota Valdina na Câmara Municipal foi rebatida veementemente pela ouvidora-geral da Defensoria Pública do Estado, Vilma Reis. Marcelle protagonizou uma cena polêmica na Câmara na última semana. Logo após o minuto de silêncio em homenagem a Makota, falecida dias antes, a vereadora integrou o minuto à morte de um hipopótamo. O ato foi visto como racismo e intolerância religiosa. A edil se desculpou após repercussão negativa do caso.
Com câncer terminal, jovem foge de hospital, realiza desejo de comer hambúrguer e morre
Após um ano em tratamento paliativo contra um câncer no intestino, um jovem catarinense de 18 anos fugiu do hospital para realizar último desejo e acabou morrendo. De acordo com informações do jornal Extra, Wendrik Santos da Sil estava internado no Hospital Municipal São José, em Joinville (SC), com a doença em estado terminal, quando escapou para satisfazer seu desejo. Segundo a publicação, ele foi a uma lanchonete, mas não tinha como pagar a conta. Wendrik, então, foi até a Câmara de Vereadores, onde sua mãe já havia trabalhado, e pediu dinheiro a conhecidos.
O ponto G é real, mas, na verdade, não é um ponto ou um botão que possa ser ativado”, explica a sexóloga Jessia O’Reilly. “É uma região de nervos e tecidos na parede superior da vagina, alguns centímetros depois da abertura vaginal”, revela a especialista. Cerca de 30% das mulheres afirmam que conseguem atingir o orgasmo através da estimulação do ponto G, mas isso nem sempre é possível só com a penetração, como explica um artigo da revista Men’s Health.
Segundo a psicóloga clínica Marta Martins é a partir de tenra idade que tudo começa a espoletar. «A partir dos três anos, as crianças vão percebendo que existem diferenças entre meninas e meninos, o que leva a perguntas embaraçosas, mas também à exploração do corpo do outro. Os rapazes, por norma, questionam: “Por que é que a mana não tem pilinha?”. Já as raparigas tendem a ficar intrigadas a observar aquele órgão pendurado no corpo do pai, ou do irmão, procurando tocar e perguntar se também vão ter um igual».
Uma mulher de 32 anos morreu em um motel de Cáli (Colômbia) após passar mal depois de cinco horas de “sexo intenso” sem interrupção. A vítima, que não foi identificada e que tinha o apelido de A Fera, sofreu um ataque cardíaco. O parceiro, também sem nome divulgado, chamou o serviço de emergência.
Um quarto da população mundial vive em países onde o sexo gay é crime, aponta relatório
Uma de cada quatro pessoas do planeta vive em países onde a relação homossexual é criminalizada, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira (20). O levantamento State Sponsored Homophobia (Homofobia Patrocinada pelo Estado, em tradução livre), considerado o principal deste tema no mundo, mostra que, atualmente, a relação entre pessoas do mesmo sexo é considerada um crime em 70 países. Juntos, eles respondem por 23% da população mundial. Isso representa uma queda em relação ao relatório anterior, de 2017, quando esta prática era considerada crime em 72 países. Desde então, três nações – Trinidad e Tobago, Angola e Índia – descriminalizaram o sexo gay, de acordo com o estudo da Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Transexuais e Intersexuais (ILGA, na sigla em inglês).








