Últimas Notícias sobre COMPORTAMENTO
“O que está doendo tanto em você para fazer isso?” Foi o que a aposentada Maria, de 40 anos, perguntou para Bárbara (nomes fictícios) quando viu cortes no braços da filha, de 11. “A dor dela era se achar tão inferior que não merecia carinho de ninguém.” Cada vez mais comuns entre crianças e adolescentes, as automutilações trazem à tona feridas emocionais de meninos e meninas e mobilizam escolas em planos de intervenções e ações preventivas.
Uma mulher de 27 anos e o marido descobriram que ela estava grávida apenas 19 dias antes de dar luz ao pequeno Gabriel, que nasceu no dia 23 de abril, em Curitiba. Segundo o casal Lana Maria Wigand e Arthur Felipe Wogram a gravidez foi inesperada, a nova mamãe usava anticoncepcional e não teve nenhum dos sintomas típicos da gestação. Lana procurou um médico no início de abril porque o fluxo menstrual dela estava fraco e durou apenas dois dias. “Eu não ia à ginecologista há um ano, e como já tive cistos na adolescência, fiquei preocupada. Chegando lá, a médica foi apertando minha barriga e, espantada, falou que eu estava muito, mas muito grávida”, contou a mulher.
Um estudo revelou que o número de suicídios cometidos por jovens norte-americanos, entre 10 e 17 anos de idade, registrou aumento um mês depois que a série “13 Reasons Why”, na qual uma jovem se suicida, estreou na Netflix, em março de 2017. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) no jornal da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente e informam que desde o início da primeira temporada da trama ocorreu um crescimento da quantidade de jovens que tiraram suas próprias vidas Pesquisadores do Hospital Infantil Nationwide em Columbus, Ohio, analisaram os números sobre suicídio entre janeiro de 2013 e dezembro de 2017. A série, no entanto, começou a ser exibida no dia 31 de março de 2017.
Ter uma amiga da escola grávida aumenta a possibilidade de você ter um filho em breve também. Esse efeito “contagioso” dura dois anos e, depois disso, essa influência diminui bastante. As descobertas são de um estudo que investigou os fatores que nos levam a tomar decisões sobre aumentar a família. De acordo com Nicoletta Balbo, co-autora da pesquisa, há três fatores que podem explicar esse comportamento. Primeiro, ao se comparar aos amigos, uma pessoa pode se ver pressionada a agir como eles. Além disso, os colegas ensinam como ser mãe ou pai, e torna quem está à volta mais seguro para tomar essa decisão. As vantagens de ter filhos ao mesmo tempo que os amigos podem ser o terceiro fator que explica essa tendência, explica a pesquisadora ao site americano EurekAlert.
Entre 2017 e 2018, a Bahia teve o maior aumento absoluto do país no número de pessoas que afirmavam cuidar de parentes que moravam no mesmo domicílio ou em outra residência . Esse grupo passou de 3,7 milhões para 3,9 milhões pessoas de 14 anos ou mais de idade, de um ano para o outro, o que representou mais 187 mil no estado (+5,0%). O cuidado com pessoas foi o tipo de trabalho não remunerado cuja taxa de realização mais avançou na Bahia, nesse período. Em 2018, 33,0% dos baianos de 14 anos ou mais de idade cuidavam de parentes; um ano antes, essa proporção era de 31,4%.
Foi divulgado nesta sexta-feira (26) a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) referente a outras formas de trabalho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo apresenta a quantidade de horas que brasileiros dedicam realizando atividades domésticas e cuidado com pessoas, sendo maior entre mulheres do que homens. “Às vezes, a mulher está cozinhando e olhando o filho. Ou o homem está fazendo alguma coisa e estudando com o filho”, explicou a economista Maria Lúcia Vieira, gerente da PNAD à Agência Brasil.
Medo de ficar feio é maior do que de se tornar pobre entre brasileiros com mais de 50 anos
O receio de alterações na aparência supera o medo de problemas financeiros e até de doenças entre os brasileiros com mais de 50 anos, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (24), em São Paulo.
Ashley Graham continua quebrando barreiras. Depois de ser a primeira modelo plus size na capa da Sports Illustrated, revista fitness americana, ela escreveu uma carta aberta sobre padrões de beleza e, recentemente, concedeu uma entrevista falando sobre as novas perspectivas sobre corpo, autoaceitação e ainda afirmou que a sua celulite – ao contrário do que muitos imaginam – ajuda a mudar vidas. “Eu amo o que eu faço e gosto do rumo que a minha carreira está tomando. Amo também como o mundo está mudando diante de meus olhos. Eu gosto de dizer que a minha celulite está mudando a vida de alguém pelo mundo”, disse à revista Seventeen.
Uma pesquisa do Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro mostrou que a Cocaína é, de longe, a droga mais consumida por motoristas de veículos pesados como caminhões, ônibus e vans. Os dados foram obtidos por meio de exames toxicológicos obrigatórios feitos em 2018. Pelo menos 69,1% dos condutores não conseguiram renovar suas habilitações por causa da cocaína. Em seguida, aparecem os opiáceos (19,1%), a maconha (7%) e anfetaminas (4,8%). A pesquisa revelou ainda as cinco metrópoles onde houve maior consumo de cocaína:
Em um fórum anônimo da internet, uma mulher grávida de quádruplos compartilhou um dilema sobre a possibilidade de realizar um aborto seletivo, interrompendo a gravidez apenas dos bebês meninos. Na publicação, ela questiona: “eu sou babaca por ter uma escolha de gênero no aborto seletivo?” A mulher de 27 anos conta que ela e o marido, de 30, tentavam engravidar há alguns anos e acabaram realizando a fertilização in vitro. Para a surpresa do casal, ao realizar a ultrassonografia, eles descobriram que, na verdade, estavam esperando quatro bebês: duas meninas gêmeas idênticas e dois meninos gêmeos fraternos.








