O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou ter localizado mais de um milhão de documentos possivelmente relacionados ao caso Jeffrey Epstein. Segundo a pasta, o material passará por uma análise detalhada nas próximas semanas, conduzida por equipes jurídicas, antes de qualquer eventual divulgação pública, com o objetivo de proteger vítimas e atender a exigências legais.
A identificação dos arquivos ocorre após liberações determinadas por uma lei de transparência aprovada pelo Congresso em novembro. O órgão vinha sendo criticado por atrasos na divulgação de documentos, justificando a demora pela necessidade de revisão de conteúdos sensíveis e pela prevenção de riscos jurídicos.
Entre os documentos já tornados públicos estão registros reunidos por procuradores federais que mencionam viagens de Donald Trump no avião de Epstein durante a década de 1990, além de uma intimação enviada ao clube Mar-a-Lago antes do julgamento de Ghislaine Maxwell. Trump não foi acusado no caso e nega qualquer irregularidade.
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Outros arquivos divulgados incluem imagens inéditas de Bill Clinton ao lado de Epstein e Maxwell. O ex-presidente também não foi denunciado. Em nota, seu porta-voz afirmou que Clinton rompeu relações com Epstein antes da revelação dos crimes.





