É #FAKE mensagem que diz que instabilidade no WhatsApp foi provocada por decisão judicial

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Circula pelas redes sociais uma mensagem afirmando que os problemas enfrentados por usuários na utilização do WhatsApp nesta quarta-feira (3) são provocados por uma determinação judicial. O texto diz ainda que a normalização da ferramenta para o envio e o recebimento de imagens e áudios depende de um parecer da Justiça. A mensagem é #FAKE.

selo fake — Foto: Arte/G1
selo fake — Foto: Arte/G1

Os usuários do aplicativo em diversos países relataram uma instabilidade não apenas no WhatsApp, mas também no Facebook e no Instagram. O problema ocorre desde a manhã desta quarta-feira (3). De acordo com o site DownDetector, que reporta problemas em aplicativos e sites, os problemas começaram a ser relatados por volta das 10h40. Às 11h, havia mais de 17 mil reclamações apenas sobre o WhatsApp. Há relatos de instabilidade em locais como Europa, Brasil, Argentina, Venezuela, México e na costa leste dos EUA. Em um comunicado, o Facebook, também responsável pelo Whatsapp e Instagram, informou que trabalha para solucionar o problema: “Sabemos que algumas pessoas e negócios estão com problemas para carregar ou enviar imagens, vídeos e outros arquivos em nossos aplicativos. Estamos trabalhando para normalizar a situação o mais rápido possível”. Também circula nas redes sociais uma mensagem falsa que fala sobre a atualização de um aplicativo chamado “Whatsapp Gold” e sobre o envio de um vídeo que pode destruir o aparelho celular. Esse boato já foi checado pelo Fato ou Fake.

Veja a mensagem falsa que circula nas redes:

“Por determinação Judicial, a rede WhatsApp não está conectando via áudio e imagens por tempo indeterminado, aguardando parecer da Justiça para a normalização. Informe a todos seus contatos para que a comunicação seja feita de forma escrita.”

É #FAKE mensagem que diz que instabilidade no WhatsApp foi provocada por decisão judicial  — Foto: Reprodução
É #FAKE mensagem que diz que instabilidade no WhatsApp foi provocada por decisão judicial — Foto: Reprodução