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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Em um dia de ganhos no mercado financeiro, a bolsa repetiu recorde e a moeda norte-americana fechou no menor nível em quase um mês. O dólar comercial nesta sexta-feira (6) foi vendido a R$ 4,146, com queda de R$ 0,043 (-1,02%).

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não há motivos para se preocupar com o novo recorde de cotação do dólar, que fechou nesta segunda-feira (25) em R$ 4,215. Segundo Guedes, é “normal” que países que tenham maior controle fiscal possuam uma política monetária mais frouxa.

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O dólar à vista fechou a quarta-feira em alta de 0,11%, a R$ 4,2037. O dia foi marcado por feriado em São Paulo e outras praças, como Rio, mas houve algumas negociações com a moeda americana no mercado comercial em outros locais, como Brasília. O volume de negócios ficou em US$ 342 milhões, abaixo da média de dias úteis normais, que costuma ser em torno de US$ 1 bilhão.

É o terceiro dia seguido de aumento e o maior valor desde 17 de outubro. Imagem: Reprodução

Após a Justiça mandar soltar o ex-presidente Lula, o dólar comercial acelerou a alta nesta sexta-feira, 8, e fechou cotado, em média, a 4,17 reais para a venda, com valorização de 1,8%.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 4 pela primeira vez em mais de dois meses e a bolsa voltou a bater recorde. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 3,992, com recuo de R$ 0,017 (-0,44%). A última vez em que a divisa tinha fechado nesse nível foi em 15 de agosto (R$ 3,99).

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O dólar registrou ganho modesto ante outras moedas fortes, mas sem impulso. A libra, por sua vez, avançou, com investidores de olho nos desdobramentos do diálogo pelo Brexit no Reino Unido, enquanto entre as divisas emergentes e commodities e lira turca e o peso chileno cederam.

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O real destoou de outras moedas nesta quinta-feira. Em dia de queda do dólar antes divisas fortes e de emergentes, como México, Rússia, África do Sul, a moeda americana chegou a ser negociada aqui a R$ 4,13 na máxima. Profissionais de câmbio ressaltam que novamente a perspectiva de queda dos juros, realimentada após a divulgação de dados decepcionantes das vendas no varejo de agosto, contribuiu para pressionar o câmbio, pois deixa os investimentos no País menos rentáveis. No mercado à vista, o dólar terminou o dia em alta de 0,49%, a R$ 4,1229.

Foto: Michael Melo/Metrópoles

O dólar à vista chegou a encostar em R$ 4,20 nesta quarta-feira, com o aumento da incerteza política nos Estados Unidos, mas o movimento perdeu força após dados fortes de criação de vagas em agosto no Brasil sinalizarem melhora da economia. Com isso, a moeda americana bateu mínimas e fechou em R$ 4,1547, em baixa de 0,35%. O dólar futuro para outubro era negociado em R$ 4,1515 no momento do fechamento do segmento à vista.

Dólar cai a R$ 4,15, mas sobe 1,64% na semana

(iStock/Getty Images)

O noticiário externo trouxe volatilidade ao mercado cambial nesta sexta-feira, que começou com as mesas de câmbio ainda repercutindo o corte de juros do Banco Central.

Dólar sobe 0,5% e é negociado a R$ 4,10 para a venda, nesta segunda-feira, 9; bolsa tem alta de 0,2%, aos 103.180 pontos (Vanderlei Almeida/AFP/AFP)

O dólar comercial teve alta de 0,46% nesta segunda-feira, 9, negociado, em média, a 4,10 reais para a venda. O aumento da moeda americana frente ao real se deve aos reflexos ocorridos no exterior, com os investidores atentos às políticas monetárias do bancos centrais ao redor do mundo, principalmente no que diz respeito ao corte de juros. O receio de uma recessão global induz os investidores a serem prudentes e a apostarem no dólar, que é um ativo considerado mais estável, retirando, assim, os investimentos em países emergentes.

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