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O dólar fechou em queda ante o real nesta quinta-feira, abaixo de 4,10 reais, no oitavo pregão de perdas das últimas nove sessões e para o menor patamar em cinco semanas, influenciado pelo dia positivo nos mercados externos diante de notícias de que Estados Unidos e China chegaram a um acordo comercial em princípio.
Em um dia de ganhos no mercado financeiro, a bolsa repetiu recorde e a moeda norte-americana fechou no menor nível em quase um mês. O dólar comercial nesta sexta-feira (6) foi vendido a R$ 4,146, com queda de R$ 0,043 (-1,02%).
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não há motivos para se preocupar com o novo recorde de cotação do dólar, que fechou nesta segunda-feira (25) em R$ 4,215. Segundo Guedes, é “normal” que países que tenham maior controle fiscal possuam uma política monetária mais frouxa.
O dólar à vista fechou a quarta-feira em alta de 0,11%, a R$ 4,2037. O dia foi marcado por feriado em São Paulo e outras praças, como Rio, mas houve algumas negociações com a moeda americana no mercado comercial em outros locais, como Brasília. O volume de negócios ficou em US$ 342 milhões, abaixo da média de dias úteis normais, que costuma ser em torno de US$ 1 bilhão.
Após a Justiça mandar soltar o ex-presidente Lula, o dólar comercial acelerou a alta nesta sexta-feira, 8, e fechou cotado, em média, a 4,17 reais para a venda, com valorização de 1,8%.
Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 4 pela primeira vez em mais de dois meses e a bolsa voltou a bater recorde. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 3,992, com recuo de R$ 0,017 (-0,44%). A última vez em que a divisa tinha fechado nesse nível foi em 15 de agosto (R$ 3,99).
O dólar registrou ganho modesto ante outras moedas fortes, mas sem impulso. A libra, por sua vez, avançou, com investidores de olho nos desdobramentos do diálogo pelo Brexit no Reino Unido, enquanto entre as divisas emergentes e commodities e lira turca e o peso chileno cederam.
O real destoou de outras moedas nesta quinta-feira. Em dia de queda do dólar antes divisas fortes e de emergentes, como México, Rússia, África do Sul, a moeda americana chegou a ser negociada aqui a R$ 4,13 na máxima. Profissionais de câmbio ressaltam que novamente a perspectiva de queda dos juros, realimentada após a divulgação de dados decepcionantes das vendas no varejo de agosto, contribuiu para pressionar o câmbio, pois deixa os investimentos no País menos rentáveis. No mercado à vista, o dólar terminou o dia em alta de 0,49%, a R$ 4,1229.
O dólar à vista chegou a encostar em R$ 4,20 nesta quarta-feira, com o aumento da incerteza política nos Estados Unidos, mas o movimento perdeu força após dados fortes de criação de vagas em agosto no Brasil sinalizarem melhora da economia. Com isso, a moeda americana bateu mínimas e fechou em R$ 4,1547, em baixa de 0,35%. O dólar futuro para outubro era negociado em R$ 4,1515 no momento do fechamento do segmento à vista.
O noticiário externo trouxe volatilidade ao mercado cambial nesta sexta-feira, que começou com as mesas de câmbio ainda repercutindo o corte de juros do Banco Central.











