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Mesmo com as constantes quedas da gasolina por conta de reajustes da Petrobras, os baianos seguem pagando mais caro que o restante da maioria do Brasil para abastecer seus veículos. A Bahia conta com a terceira gasolina mais cara entre os estados do Brasil, de acordo com o último relatório da ANP (Agência Nacional do Petróleo), divulgado na segunda-feira, 12.
No aguardo da divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos, o mercado financeiro teve um dia de alívio. O dólar caiu para menos de R$ 5,10 e fechou no menor valor em duas semanas. A bolsa de valores teve a terceira alta seguida e atingiu o maior nível desde o fim de agosto.
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (12) a redução, em 4,7%, do preço do GLP (gás liquefeito de petróleo), o gás de cozinha vendido em botijão.
Independentemente de quem vencer as eleições neste ano, gestores de fundos de ações apostam em um desempenho positivo da Bolsa brasileira em 2023.
“Chegou um ponto [em] que tinha de escolher: pagar o cartão ou ficar sem comer”, diz Damiana Araújo dos Santos, desempregada. “Como tenho dois filhos, sinto muito, não posso deixar meus filhos passarem fome para pagar cartão”, afirma.
O pagamento do Auxílio Brasil vai seguir o cronograma tradicional em setembro deste ano, com os depósitos tendo início a partir do dia 19 deste mês, informou o Ministério da Cidadania. Com isso, os valores não vão ser antecipados.
A queda acentuada no preço da gasolina nos postos nos últimos meses fez com que abastecer o carro com gasolina seja mais vantajoso para os baianos que encher o tanque com álcool. Motoristas e gestores de postos de combustíveis ouvidos pela Tribuna da Bahia constaram que na bomba dos principais postos do estado se observa uma pequena vantagem da gasolina em relação ao álcool.
O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), encerrou o mês de julho com alta de 7,75% em relação a junho. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%.
As exportações baianas registraram em agosto 1,18 bilhão de dólares, receita 30% maior do que o observado no mesmo mês de 2021. Houve, no entanto, uma diminuição nas vendas externas de 2,4%, o que, de acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), já era esperado, “devido a grande volatilidade dos preços dos produtos exportados e um aumento menor do quantum”. Ainda assim, as exportações estaduais atingiram o maior valor para o mês da série histórica iniciada em 1997.
De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o consumo nos lares brasileiros, encerrou o mês de julho com alta de 7,75% em relação ao mês de junho. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%.








