Em meio à crise, empresas investem em presença online

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Woman using digital devices at the cafe

Em meio à atual crise que envolve as mais diversas atividades econômicas, ‘oportunidade’ tem sido a palavra-guia de empresários por todo o mundo. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), a alta movimentação no comercio online em 2020, pode ser a chave para comerciantes retomarem a clientela.

Impulsionado pelo contexto da pandemia de coronavírus (Covid-19), as demandas online como delivery por aplicativo, lives, teleconferências e até a requisição de influencers digitais têm crescido. Isso porque o número de internautas também tem aumentado. Segundo estimativas das operadoras de telefonia, neste período houve um aumento médio de 40% no tráfego de internet por causa da quarentena.

Com um público de oportunidade a ser explorado, a analista da Agência Intermídias e consultora de marketing, Alessandra Carvalho, lembra que consumidores no mundo todo continuam a ter necessidades, entretanto, a maneira como se dá essa relação de oferta e demanda saiu do físico para o virtual.

“Diante do confinamento, o consumo online tem crescido disparadamente. A perspectiva é que chegue a aumentar entre 40% a 50% o consumo de mídias digitais, tanto em forma de conteúdo, como serviços. Essa mudança da clientela para o digital pede que empresas também transfiram suas iniciativas para lá, disponíveis para atender as demandas através de meios virtuais”, explica.

Com experiência no atendimento de construtoras, instituições de ensino, e-commerces e profissionais de saúde, a profissional explica que a presença online é responsável por aumentar as vendas de pequenas e grandes empresas. Para isso, Alessandra indica que investimentos na web precisam de um canal interativo — redes sociais, e-mail, Whatsapp  —  para formar vínculo com clientes, trabalhando anúncios pagos, ações com lives e comércio online (venda por canais interativos ou marketplaces), além do relacionamento forte com o cliente.

Para que o negócio sobreviva e fique ainda mais ativo, a consultora atenta para outras estratégias, como alocar recursos – a depender do serviço ofertado -, em cursos online, e-commerce, deliverys e até investir no mercado de influencers — tudo para manter o negócio em evidência.

“Estar online é essencial para resgatar a clientela. Existe aquele jargão, ‘quem não é visto, não é lembrado’, e as empresas que trabalham para manter um contato virtual com os clientes e sua base de audiência terão muito mais relevância no mercado assim que a crise acabar”, conclui. (Bahia Notícias)

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