Antes de se entregar à Polícia Federal, o deputado estadual Binho Galinha (PRD) gravou um vídeo negando todas as acusações que o apontam como líder de uma organização criminosa. Segundo as investigações, o grupo seria responsável por práticas de agiotagem, jogo do bicho, lavagem de dinheiro e envolvimento com o tráfico de drogas.
Na gravação, o parlamentar afirmou não estar foragido e disse estar se apresentando voluntariamente, acompanhado de sua equipe de advogados. “A mídia está toda aí falando que eu estou foragido, não estou foragido. Hoje é 3 do 10 de 2025, e estou indo com minha equipe de advogados me apresentar. Se eu fosse miliciano, se eu fosse extorquidor, se fosse agiota e tivesse tomando as coisas dos outros, vocês acreditariam que eu teria essa quantidade de voto?”, declarou.
Binho Galinha também afirmou acreditar na Justiça e pediu orações aos seus eleitores, dizendo confiar que sua inocência será comprovada.
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O deputado foi preso no âmbito da Operação Estado Anômico, deflagrada na quarta-feira (1º), que já resultou na detenção de outras nove pessoas supostamente ligadas à organização criminosa. Entre os presos estão quatro policiais militares, além da esposa e do filho do parlamentar.
Após ser detido em Feira de Santana, Binho Galinha foi encaminhado para Salvador sob escolta de 20 agentes e promotores. Ele permanece custodiado em uma cela especial no Complexo Penitenciário da Mata Escura.
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