Últimas Notícias sobre Operação Estado Anômico

O Partido Renovação Democrática (PRD) suspendeu a filiação do deputado estadual Kleber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha, após sua prisão por suspeita de liderar uma milícia que atua há mais de dez anos em Feira de Santana.

Antes de se entregar à Polícia Federal, o deputado estadual Binho Galinha (PRD) gravou um vídeo negando todas as acusações que o apontam como líder de uma organização criminosa. Segundo as investigações, o grupo seria responsável por práticas de agiotagem, jogo do bicho, lavagem de dinheiro e envolvimento com o tráfico de drogas.

O deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha, foi preso nesta sexta-feira (3) após se entregar ao Ministério Público da Bahia (MPBA) em Feira de Santana. O parlamentar estava foragido desde a última terça-feira (1º), quando foi deflagrada a Operação Estado Anômico.

Foto: Reprodução/TV Bahia

Uma caminhonete Toyota SW4 blindada, utilizada pelo deputado estadual Binho Galinha (PRD) durante sua fuga, foi encontrada abandonada em uma área de mata em Feira de Santana, nesta quinta-feira (1º). O veículo, equipado com giroflex e sistema de comunicação por satélite, foi levado para o pátio da Polícia Federal, no bairro de Água de Meninos, em Salvador.

Foto: Reprodução

Com a possibilidade de cassação do deputado estadual Binho Galinha (PRD), o suplente Josafá Marinho (Patriota) pode retornar à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Na eleição de 2018, Marinho recebeu 28.520 votos e, em 2020, chegou a assumir mandato após a cassação do então deputado Pastor Tom (PSL). À época, tomou posse em 6 de novembro, em ato conduzido pelo então presidente da Casa, Nelson Leal (PP).

Foto: Reprodução/Agência Alba

O deputado estadual Binho Galinha (PRD) é considerado foragido após ser alvo da Operação Estado Anômico, deflagrada na manhã desta quarta-feira (1º) em Feira de Santana, Salvador e outras cidades da Bahia. A ação é conduzida pela Polícia Federal em parceria com a Receita Federal, o Ministério Público da Bahia — por meio do Gaeco — e a Força Correcional Especial Integrada (Force/Coger/SSP-BA).

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