A empresa Cargill Agrícola S.A, do mercado de alimentos e produtos agrícolas, foi condenada a pagar R$ 600 mil por manter colaboradores em situação de escravidão e realizar trabalho infantil em produção de cacau, no interior da Bahia. A decisão foi tomada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e divulgada na terça-feira (26), no Diario Oficial.
Segundo informações do G1, a empresa informou em nota oficial que nega as denúncias e a decisão, e que vai recorrer da condenação, relatando também ser intolerante ao tráfico humano ou trabalho forçado e infantil em suas operações, e que possui medidas para proteção dos direitos humanos.
De acordo com o MPT, a empresa comprou direta e indiretamente matéria-prima para produção de chocolate e manteiga de cacau, de produtores flagrados explorando trabalho análogo ao de escravo, bem como o trabalho infantil.
- Ex-funcionários do IPSE cobram pagamento de rescisões durante sessão da Câmara de Santo Antônio de Jesus
- Homem é condenado a mais de 24 anos por matar a bisavó de 78 anos em Euclides da Cunha
- Líder do governo diz que primeira parcela das rescisões de ex-funcionários do IPSE deve ser paga em 11 de agosto
A empresa alegou que não há dever legal que imponha a fiscalização sobre a cadeia produtiva e chegou a destacar que não mantém qualquer relação de trabalho, e é apenas compradora do material. (Bnews)





